Além do Cidadão Kane

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segunda-feira, 15 de outubro de 2012

TREMEI ASSASSINOS! (2)

Argentina condena ex-militares à prisão perpétua por massacre



Nesta segunda-feira (15), o tribunal argentino sentenciou prisão perpétua para três ex-militares argentinos pelo fuzilamento de 19 presos políticos em 1972, na base Almirante Zar de Trelew. A prisão perpétua foi para Jorge Del Real, Carlos Amadeo Marandino e Luis Emilio Sosa.

O tribunal decidiu absolver Rubén Norberto Paccagnini e Jorge Enrique Bautista. No caso do acusado de Jorge Bautista, que atuou como juiz do massacre em Trelew, na qualidade de instrutor militar, a advogada denunciante solicitou o cumprimento efetivo da condenação.

O Tribunal Federal de Comodoro Rivadavia também ordenou a extradição de Roberto Guillermo Bravo, apontado como o autor intelectual do massacre e residente nos Estados Unidos. A justiça deste país denegou este trâmite em 2008, apesar de que segundo as queixas, Bravo “mentiu em seu ingresso, quando negou ter investigações sobre ele”.

A causa, levada a juízo em abril de 2009, acumulou uma extensa plataforma probatória sobre os feitos do Massacre de Trelew. As defesas dos acusados convergiram em negar a lesa humanidade dos delitos julgados, sua inscrição em plano sistemático de terrorismo de Estado, para pedir a prescrição e, em alguns casos, a anistia dos réus.

Em suas alegações finais, aceitaram em parte os feitos e a veracidade dos testemunhos aportados pela acusação, mas objetaram a doutrina da Corte Suprema de Justiça da Nação e da Corte Interamericana de Direitos Humanos sobre a imprescritibilidade dos crimes de lesa humanidade e sua aplicabilidade em 1972.

O massacre de Trelew marcou os 40 anos de um plano clandestino de repressão e foi o ensaio geral do terrorismo de estado, que teve sua máxima expressão durante a ditadura naquele país (1976 – 1983). Na sala do tribunal estavam familiares e amigos dos assassinados que aplaudiram o veredito do tribunal.

Fonte: TeleSur
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quinta-feira, 30 de agosto de 2012

TREMEI ASSASSINOS!

Justiça Federal aceita acusações contra militares por crimes da ditadura


A Justiça Federal aceitou as denúncias contra dois militares da reserva acusados de sequestros de membros da Guerrilha do Araguaia, crimes perpetrados durante a ditadura militar, informaram nesta quinta-feira fontes oficiais. A juíza Nair Pimenta de Castro, da Seção Judiciária do Pará, na cidade de Marabá, aceitou as acusações apresentadas contra o coronel da reserva Sebastião Curió Rodrigues de Moura e o major da reserva Lício Augusto Maciel. Segundo um comunicado do Ministério Público Federal (MPF), a magistrada "considerou presentes os requisitos para transformar os militares nos primeiros réus da Justiça brasileira por crimes cometidos durante a ditadura". A decisão representa a primeira ação penal por um delito cometido durante a ditadura brasileira (1964-1985), já que as tentativas de processo anteriores tinham sido rejeitadas por prescrição do delito ou porque os acusados podiam se valer da Lei da Anistia. A Guerrilha do Araguaia foi um movimento armado organizado pelo então clandestino Partido Comunista do Brasil e pelo menos 62 dos cerca de 80 membros do grupo morreram ou desapareceram na Amazônia em combates com forças do regime militar. Segundo o MPF, Curió foi um dos chefes militares que comandou as tropas que combateram a guerrilha e é acusado do sequestro de Maria Célia Correa, Hélio Luiz Navarro Magalhães, Daniel Ribeiro Calado, Antonio de Pádua Costa e Telma Regina Cordeira Correa. De acordo com essa versão, as vítimas foram sequestradas entre janeiro e setembro de 1974, levadas a bases militares e submetidas "a grave sofrimento físico e moral" antes de seu desaparecimento. Lício Augusto Maciel, por sua vez, é acusado de ser o responsável pela captura ilegal de Divino Ferreira de Souza durante uma emboscada em 1973 e por seu desaparecimento. O órgão havia apresentado as acusações contra Curió em março, mas foram rejeitadas, por isso decidiu recorrer da decisão judicial e acrescentar a denúncia de Maciel. A Lei da Anistia de 1979 perdoou os crimes cometidos por militares e guerrilheiros durante a ditadura, e em 2010 o Supremo Tribunal Federal (STF) a ratificou. No entanto, a juíza considerou que o crime de sequestro se mantém vigente porque as vítimas não foram encontradas e portanto seus supostos responsáveis não podem se amparar nessa lei.

Título: BVC
Fonte: R7

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Pablo Neruda assassinado? O que sabemos talvez seja pior

Em relação à morte de Pablo Neruda, as perguntas talvez não tenham respostas. Ele estava acamado, quando o golpe aconteceu. E se supunha que o ódio dos criminosos que depuseram o governo chileno, respeitasse um dos poucos prêmios Nobel da América Latina até ali. Seu provável assassínio, portanto, não é uma questão tão simples.

Por Enio Squeff*

Parte da imprensa chilena, segundo a revista “Fórum”, está divulgando uma história que até bem pouco pareceria inverossímil: Pablo Neruda, prêmio Nobel de Literatura de 1971, teria sido assassinado. Em pleno golpe de estado levado a cabo pelo general Augusto Pinochet, Neruda, internado num hospital em Santiago do Chile, sofria de um suposto câncer na próstata, e talvez não tivesse muito tempo de vida. Foi quando alguém entrou em seu quarto, aplicou-lhe uma injeção na barriga e se retirou. Poucas horas depois, a se queixar de muitas dores, o poeta faleceu.

Aparentemente, e pelas conclusões dos legistas, a “causa mortis” teria sido um ataque cardíaco fulminante. O ex-motorista de Pablo Neruda, porém, preso em seguida à morte do escritor, reforça a versão do assassinato. A hipótese é que às dez mil mortes atribuídas a Pinochet e a Henry Kissinger (foi o ex-secretário norte-americano quem recomendou que as “coisas” - leia-se mortos “necessárias” - tanto no Chile, na Argentina, quanto no Brasil fossem “rápidas”), teria de ser acrescentada agora o assassínio do único Premio Nobel do Chile. Qualquer semelhança entre Pinochet e um dos maiores assassinos de todos os tempos, César Bórgia, filho do Papa Alexandre VI, pode ser um exagero. Mas poucos ressaltam o criminoso em Pinochet; já César Bórgia é uma unanimidade histórica desde o século XVI.

No caso de Neruda, seu possível assassínio por enquanto é apenas uma forte hipótese. Sabe-se que Pinochet roubou o quanto pôde enquanto esteve no comando absoluto do Chile. No começo, isso também era uma hipótese – até que foram localizados alguns milhões de dólares em sua conta pessoal. Feitos os cálculos aritméticos, somados os seus salários com os de presidente e de general, não dava para compatibilizar uma coisa e outra. Ou seja, além de assassino, ladrão.

César Bórgia foi bem mais objetivo: roubava principalmente dos padres e cardeais que o afrontavam, ou não. Bastava que mostrassem ter algum dinheiro, ou razoável fortuna pessoal, lá ia o filho do Papa com a guarda vaticana ou simples sicários. No dia seguinte, os corpos dos monges ou dos cardeais eram encontrados envenenados ou com algumas punhaladas no corpo. Como os prelados não tinham descendentes diretos por serem “oficialmente” celibatários, a riqueza passava para a Igreja. E dali para os Bórgias. O sistema chegou a ser adotado por alguns membros da repressão brasileira. Um deles foi explicitamente condenado num tribunal comum por roubo, embora seus maiores crimes fossem o que a justiça brasileira hoje em dia desconsidera, como assassínios e torturas.

Talvez não queira dizer muito que Pinochet tenha também um poeta famoso em seu saldo com Washington, que, aliás, comprovadamente patrocinou golpe de estado no Chile. Na política internacional, assassinos e vítimas, em geral, se esfumam na consideração de que as ordens de estado são sempre supervenientes. E, de fato, não deixam de sê-lo. Francisco Franco (1892-1975), ditador espanhol até a década de 70 do século XX, não deve ter considerado muito grave que um pelotão de falangistas que ele comandava, tenha incluído o poeta Federico Garcia Lorca entre os fuzilados que foram arrancados de uma prisão durante a revolução espanhola. Afinal, qual a diferença entre um poeta e pessoas comuns, igualmente inocentes – mas democraticamente trucidadas?

Parece uma pergunta pertinente. No fundo, as injustiças das mortes de civis não são mais graves, por incluírem poetas e artistas. Stálin e Hitler, cada um a seu turno, mataram vários, justamente por serem uma coisa e outra ou ambas. Morrer por ideais, inclusive, parece ser mais coerente - ou mais explicável - do que estar casualmente na mira da eventual bomba ou do tiro errático de um combatente – louco ou não. Seria o que aconteceu com o poeta chileno?

Pablo Neruda foi um dos comunistas mais notórios da América Latina do seu tempo. Nunca escondeu que era amigo de Salvador Allende, presidente derrubado por Pinochet e cujo suicídio, por sua vez, parece estar devidamente comprovado. Foi a exceção que talvez tivesse comprovado a regra. Imagina-se que Allende, como fez seu amigo poeta, poderia ter se entregado vivo às tropas golpistas chilenas: quem sabe fosse até poupado (uma cogitação quase fantasiosa, dada a sanha assassina dos golpistas e da CIA da época). Mas a Pablo Neruda sequer foi posta essa possibilidade: estava acamado, quando o golpe aconteceu. E se supunha que o ódio dos criminosos que depuseram o governo chileno, respeitasse um dos poucos prêmios Nobel da América Latina até ali [Nota do autor: Agradeço ao leitor Sérgio Rodrigues pela retificação; de fato, Gabriela Mistral recebeu o Nobel de Literatura em 1945]. Seu provável assassínio, portanto, não é uma questão tão simples.

É que poetas, jornalistas honestos, ou não oportunistas, são difíceis de fazer calar. Um certo Filofila, por exemplo, embora muito confiado no poder dos Orsini que disputavam o trono do Papa com os Bórgias, no século XVI, disse o que quis de Alexandre VI e de seus parentes – , principalmente os filhos, César e a filha, Lucrécia. Atos incestuosos entre os Bórgias, era o mínimo que divulgava em cartazes espalhados por toda a Roma no tempo em que a família Bórgia detinha o poder no Vaticano. Iludiu-se de que seu possível talento e seus protetores, o salvassem de suas ousadias – de seu talante, digamos. Equivocou-se. Um dia seu corpo horrivelmente mutilado foi descoberto nas ruas de Roma. Não chegou, porém, a ser uma morte vã: Victor Hugo, escritor romântico francês, valeu-se de muitos dos informes de Filofila para contar sobre a intensa criminalidade na alta Renascença Italiana.

Em relação a Pablo Neruda, as perguntas talvez não tenham respostas. No atual período democrático da America Latina há uma clara opção, menos pela violência do que pela compra de opiniões. Já agora e, por enquanto, parece estarem excluídas as execuções sumárias. Se existem denúncias a comprometer políticos ou homens poderosos, o melhor é a indiferença sob a forma de mutismo. Nesses casos, nem mesmo as possíveis dúvidas podem ser consideradas. Ou divulgadas. Se existem provas irrefutáveis contra alguém, e se tiver interessados na grande imprensa que ele não seja implicado – excluam-se as denúncias, por mais evidentes que sejam.

É o que talvez sobre em relação à morte de Pablo Neruda. Vivemos tempos de bonanças e de silêncios. E talvez importe menos saber se os corpos jogados num canto qualquer de uma cidade do Afeganistão sejam de pessoas assassinadas, do que terem seus cadáveres urinados por soldados. Atos delituosos não parecem ser mais a tortura e o assassínio, do que o xixi sobre mortos.

Aventemos, enfim, que importe pouco que Pablo Neruda tenha sido assassinado. Ele iria morrer de qualquer jeito.

*Enio Squeff é artista plástico e jornalista

Fonte: Carta Maior
Publicado em Vermelho


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terça-feira, 1 de junho de 2010

O ataque mortal de Israel à frota de barcos humanitários que iam em direção a Gaza chocou o mundo

Israel, como qualquer outro Estado, tem o direito de se defender, mas isso foi um uso abusivo de força letal para defender o bloqueio vergonhoso de Israel a Gaza, onde dois terços das famílias não sabem onde encontrarão sua próxima refeição.

As Nações Unidas, a União Européia e quase todos os outros governos e organizações multilaterais têm pedido a Israel para acabar com o bloqueio, e para lançar uma profunda investigação sobre o ataque à frota. Mas sem pressão maciça dos seus cidadãos, os líderes mundiais vão limitar sua resposta a meras palavras – como eles já fizeram tantas vezes.

Vamos gerar um clamor global tão alto, que não possa ser ignorado. Assine a petição para exigir uma investigação independente sobre o ataque, a responsabilização dos culpados e o fim imediato do bloqueio à Gaza – clique para assinar a petição, e depois repasse essa mensagem a todos os que você conhece:


A petição será entregue às Nações Unidas e aos líderes mundiais, assim que alcançarmos 200.000 nomes – e novamente a cada oportunidade à medida que a lista for crescendo e que os líderes forem reagindo à situação. Uma petição massiva em um momento de crise como esse pode demonstrar aos que estão no poder que declarações e notas à imprensa não são suficientes – que os cidadãos estão prestando atenção e demandam ações concretas.

Enquanto a União Européia decide se irá expandir suas relações comerciais com Israel, e o Obama e o Congresso Americano definem o orçamento para ajuda militar a Israel para o ano que vem, e vizinhos como a Turquia e o Egito decidem seus próximos passos diplomáticos – vamos fazer com que a voz do mundo não seja ignorada: é tempo de verdade e de responsabilizar os culpados pelos ataques aos navios, e é tempo de Israel respeitar o direito internacional e acabar com o bloqueio a Gaza. Assine agora e passe essa mensagem adiante:


A maior parte das pessoas em qualquer lugar ainda compartilha o mesmo sonho: que haja dois Estados livres e viáveis, Israel e Palestina, que possam viver em paz lado a lado. Mas o bloqueio e a violência usada para defendê-lo, envenenam este sonho. Como um colunista israelense escreveu para os seus compatriotas no jornal Ha’aretz hoje, “Nós não estamos mais defendendo Israel. Nós estamos agora defendendo o bloqueio (a Gaza). O bloqueio por si só está se tornando o Vietnam de Israel.”

Milhares de ativistas pela paz em Israel protestaram hoje contra o ataque e o bloqueio, em passeatas desde Haifa até Tel Aviv e Jerusalém – se unindo a protestos ao redor do mundo. Independente de que lado atacou primeiro ou deu o primeiro tiro (o exército Israelense insiste em dizer que não foram eles que iniciaram a violência), os líderes de Israel mandaram helicópteros armados de tropas pesadas para atacar uma frota de navios em águas internacionais, que levava remédios e ajuda humanitária para Gaza, gerando mortes desnecessárias como conseqüência.

Não podemos trazê-los de volta. Mas talvez, juntos, nós possamos fazer deste momento trágico, um ponto de virada – se nós nos unirmos em um chamado de justiça inabalável e um sonho de paz inviolável.

Com esperança,

Ricken, Alice, Raluca, Rewan, Paul, Iain, Graziela e toda a equipe Avaaz

Saiba mais:

Entenda como funciona o bloqueio à Faixa de Gaza:


Israel ataca barcos que tentavam furar bloqueio de Gaza e mata ativistas:


Israel admite erros em abordagem militar em ataque a frota humanitária:


Comunidade internacional condena ataque de Israel à frota humanitária:


Conselho de Segurança da ONU condena ataque de Israel a frota humanitária:

 

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Colômbia: 2.000 cadáveres em cova comum

A maior cova comum do continente, com 2.000 cadáveres, encontrada na Colômbia, corre o risco de ser alterada pelo Estado que busca escondê-la
Azalea Robles

Tradução: Rosalvo Maciel

Recentemente na Colômbia se descobriu a maior cova comum da história contemporânea do continente americano, horrendo descobrimento que tem sido quase totalmente escondido pelos meios de comunicação da Colômbia e do mundo. A cova comum que contém os restos de pelo menos 2.000 pessoas está em La Macarena, departamento de Meta. Vários moradores, alertados pelas infiltrações putrefatas dos cadáveres nas águas de beber, já haviam denunciado a existência da cova em várias ocasiões durante 2009, havia sido em vão… pois a promotoria não investigava. Foi graças à perseverança dos familiares de desaparecidos e à visita de uma delegação de sindicalistas e parlamentares britânicos que investigava a situação de direitos humanos na Colômbia, em dezembro de 2009, que se conseguiu desvendar este horrendo crime perpetrado pelos agentes militares de um Estado que lhes garante impunidade.

Se trata da maior cova comum do continente: desde 2005 o Exército, acantonado nesta zona, vem enterrando ali milhares de pessoas, sepultadas sem nome.

Dois mil corpos em uma cova comum, esse é um assunto grave para o Estado Colombiano, mas seus meios de comunicação, e a mídia internacional, cúmplices do genocídio, se têm encarregado de mantê-la quase totalmente sob silêncio; quando para encontrar uma atrocidade parecida há que remontar-se às covas nazistas... Este silêncio midiático está sem duvida vinculado com os imensos recursos naturais da Colômbia, e aos mega-negócios que ali se geram com base nos massacres.

A Comissão Asturiana de direitos humanos, que visitou a Colômbia em janeiro de 2010, tem estado perguntando às autoridades sobre o caso… as respostas têm sido preocupantes: na promotoria, na procuradoria, no ministério do interior, na ONU... Todos pretendem evitar o tema, enquanto tratam de “manipular” a cova para minimizá-la; mas a delegação britânica já a constatou, e as mesmas autoridades reconheceram ao menos 2.000 cadáveres. Em dezembro “O prefeito, aliado ao governo, o denunciou também junto com o enterrador, mas depois as pressões oficiais levaram a lhes fazer "diminuir suas avaliações sobre o número de corpos NN…” A delegação asturiana tem denunciado a ostensiva vontade de alterar a cena do crime: “ninguém está protegendo o lugar. Ninguém está impedindo que se desfaçam as provas. “Que um trator possa entrar e voltar a misturar cadáveres anônimos, a tirá-los e levá-los a outro lugar” “solicitamos às instituições responsáveis do Governo e do Estado colombiano que implementem as medidas cautelares necessárias para assegurar as informações já registradas nos documentos oficiais, que tomem as medidas cautelares necessárias com o fim de assegurar o perímetro para prevenir a modificação do local, a exumação ilegal dos cadáveres e a destruição do material probatório que ali está(…) fundamental a criação de um Centro de Identificação Forense em La Macarena com o fim de chegar a individualização e a plena identificação dos cadáveres NN ali sepultados.”

A Delegação Asturiana transmitiu às autoridades outra denúncia de genocídio e fossa comum, mas estas alegaram desconhecimento, e incapacidade operativa "há tantas fossas comuns em nosso país que..." A denuncia é sobre fatos no município de Argélia, Cauca: “Um "matador" de gente, onde as famílias não puderam ir buscar os corpos de seus desaparecidos, pois os paramilitares não as deixaram retornar as suas comunidades: expulsaram aos sobreviventes. As vítimas sobreviventes relataram: “havia gente amarrada as quais deixavam para que cães famintos fossem assassinando-as pouco a pouco.”

Na Colômbia, a Estratégia Paramilitar do Estado Colombiano, combinada com a ação de policiais e militares tem sido o instrumento de expansão de latifúndios. O Estado colombiano é o instrumento da oligarquia e das multinacionais para sua guerra classista contra a população, é quem garante do saque: a Estratégia Paramilitar se inscreve nessa lógica econômica.

Original em Azalea Robles
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domingo, 18 de abril de 2010

HÁ 7.500 PRESOS POLÍTICOS SILENCIADOS NA COLÔMBIA


Tradução: Rosalvo Maciel

Há 7.500 presos políticos na Colômbia, são completamente ignorados pelos mass-media... São sindicalistas, estudantes, professores, camponeses, ecologistas, todos eles do povo, encarcerados em sua maioria sob grosseiras montagens judiciais e condenados por “terrorismo” e “rebelião”… A quantidade de presos políticos na Colômbia é escandalosa, e suas condições de vida são subumanas, já que o Estado colombiano é um dos principais Estados torturadores no mundo (OMCT). Mas a sub-valorização midiática destes milhares de presos políticos, tem domesticado inclusive as mentes de pessoas de “esquerda”, que não reclamam devidamente…

Assistimos a uma sobre-midiatização dos 20 militares prisioneiros de guerra que retém as FARC: nos grandes mass-media, e inclusive em parte dos meios alternativos se lhes da uma cobertura maior; enquanto não se fala quase nada, ou nada, dos e das presas políticas nos cárceres do Estado colombiano.

Nos cárceres do Estado colombiano há uns 500 presos guerrilheiros, e os demais, umas 7000 pessoas encarceradas, foram encarceradas por seu pensamento crítico e seu trabalho social.

Se aos 20 militares prisioneiros de guerra que retém as FARC, os chamam “seqüestrados”; então obviamente, por justiça haveria que chamar “seqüestrados” aos 500 guerrilheiros presos nos cárceres do Estado… Ou se a ambos os grupos se lhes chamam Prisioneiros de Guerra; então, em todo caso, ao grupo das 7000 pessoas encarceradas pela vontade do Estado de encarcerar suas vozes (estudantes, professores, sindicalistas, líderes de mulheres… etc.…), sim que devemos chamá-las seqüestradas, muitas estão presas sob grosseiras montagens judiciais. Há que visibilizar ao máximo @s pres@s polític@s. (1)

O caso da Colômbia e sua realidade de ditadura camuflada mediante o silencio cúmplice dos mass-media é sem comparação entre a brutalidade do genocídio e o silêncio que se lhe aplica: O Terrorismo de Estado na Colômbia fez desaparecer a mais de 50.000 pessoas (2), O Terror Estatal expulsou de suas terras a mais de 4,5 milhões de pessoas, por meio de seus militares e sua ferramenta paramilitar, assim há ofertado as terras vazias de habitantes e reivindicações às multinacionais e à agroindústria.

O silêncio sobre esta cifra colossal de presos e presas políticos é outra prova de a tergiversação midiática da situação na Colômbia: que busca “humanizar” a alguns, e “desumanizar a outros”: para a propaganda dos mass-media só parecem ser humanos os 20 soldados retidos pela guerrilha, enquanto que os 7.500 presos políticos não parecem “ser humanos”…já que o tratamento que se lhes dá é como se não merecessem que os nomeiem e que os reclamem…

Além disso, os presos políticos são duramente agredidos, não só pela tortura que exerce o INPEC (autoridade carcerária), mas também pela tortura, desaparecimento e assassinato de seus familiares, que perpetra o Estado e sua ferramenta paramilitar se os presos políticos não aceitam converter-se em informantes do estado. (3) y (4)

Há muitos casos de desaparecimentos e assassinatos de familiares dos presos, o mundo deve interar-se deste bárbaro crime estatal…

CARLOS IVÁN PEÑA ORJUELA, foi submetido à pressão por parte de funcionários da polícia judicial da SIJIN para que testemunhasse contra campesinos inocentes da região de Magdalena Medio; ante sua negativa, a polícia seqüestrou e assassinou seu irmão menor, prendeu sua companheira, e ameaçou assassinar também a seu filho de 6 anos. (4)

Como caso de tortura cabe nomear aqui o caso de Diomedes Meneses: brutalmente torturado pelo Estado Colombiano: Com uma faca, os militares do Estado colombiano lhe arrancaram um olho, depois o deixaram em uma cadeira de rodas. E agora o estabelecimento carcerário segue torturando-o; deixa a gangrena devorar-lhe uma perna, negando-lhe assistência médica enquanto seu corpo literalmente apodrece e lhe devora a vida (5)

E o caso de todas as mães chefes de família que vêm seus filhos postos em orfanatos, se não aparece um familiar que os acuda, enquanto elas estão presas por suas idéias e pensamento crítico… Como é o caso de Liliany Obando: socióloga e documentarista presa política do regime colombiano, julgada arbitrariamente em razão do trabalho que desenvolvia em defesa dos direitos dos trabalhadores agrícolas, Prisioneira Política de Consciência vítima de uma montagem judicial: castigada por sua opinião e pensamento crítico... Liliany Obando sofre pressões e abusos por parte da autoridade carcerária, para que cesse suas denuncias; e lhe negaram prisão domiciliar durante sua detenção antes do julgamento, direito constitucional que tem como mãe chefe de família (6)

Como disse um preso político em uma carta aberta ao mundo:

“Nós devemos suportar que nossas famílias não possam nos defender, levantar suas vozes por nossa liberdade (devido a que o Terror Estatal, e o silêncio da mídia recaem sobre elas); no entanto os familiares dos que estão nas mãos de nossa organização o podem fazer.”(7)

Veja neste vídeo em que condições vivem os e as presas na Colômbia: insalubridade e amontoamento totais… estas condições lhes provocam enfermidades e morte: http://www.youtube.com/user/cocal0#p/u/4/7Pggbqp-9Y4

E em este outro vídeo veja como o Estado colombiano aplica a tortura: priva de assistência médica a enfermos terminais, e deixa a gangrena comer as feridas dos presos, os quais vivem em condições de insalubridade dramáticas:


Urge ser equitativo: devemos dar-lhe cobertura midiática aos presos e presas políticas, de forma proporcional a sua quantidade e a sua realidade; já basta de tanta farsa cruel, que lhe chamam “intercambio” a uma realidade na qual só a guerrilha tem demonstrado boa vontade. Necessitamos um verdadeiro intercambio: exigir ao Estado colombiano que libere @s pres@s polític@s em vez de seguir com sua política de criminalizar o pensamento crítico.

Há que começar por visibilizar a realidade e situação d@s pres@s polític@s; e em cada noticia acerca das libertações unilaterais que fazem as FARC, devemos, por justiça, nomear aos presos políticos.

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NOTAS:

(1)ARLAC. Campanha européia 2009-2011 pela libertação dos presos políticos na Colômbia. São 7500, em sua maioria presos de opinião e ativistas sociais que lutam por uma Colômbia digna, com paz e justiça social. As associações e pessoas do mundo que queiram apoiar a campanha pela libertação dos presos políticos na Colômbia, são bem-vindas. Para assinar acesse aqui: TLAXCALA

(2) Terrorismo de Estado, 50.000 desaparecidos na Colômbia: Justicia y Paz Colombia



(5) Torturas a Diomedes Meneses, e campanha: Comite de Solidaridad


VIDEO testemunho de Torturas, Diomedes Meneses: blipTV


Fundação Comitê de Solidariedade com os Presos Políticos Comite de Solidaridad Comissão Interamericana de Direitos Humanos; Fundação Laços de Dignidade; Campanha Permanente de Solidariedade com as e os Presos Políticos “Campanha Traspassa os Muros”: Colombia Solidarity



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Original em Sismo en la Red

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Crimes imperialistas no «combate ao terrorismo»

A divulgação de imagens não censuradas de um massacre no Iraque, o ataque contra um autocarro repleto de civis no Afeganistão, e a confirmação de que os governos norte-americanos sabem da inocência dos alegados «terroristas» detidos em Guantánamo demonstram o caráter criminoso do imperialismo.

O vídeo difundido segunda-feira no sítio da organização Wikileaks mostra um helicóptero do exército dos EUA a disparar sobre um grupo de iraquianos que circulavam num bairro da capital, Bagdá. Pelo menos 12 pessoas morreram, entre as quais dois funcionários da Reuters, Namir Noor-Eldeen, de 22 anos, e o seu assistente, Saeed Chamagh, de 40 anos. Duas crianças ficaram feridas com gravidade.

As imagens captadas a partir da câmara de mira das metralhadoras da aeronave - que fonte militar não identificada ouvida pelo The New York Times veio atestar como sendo autênticas - foram apresentadas em Washington sob o sugestivo nome de «Assassinatos Colaterais». Quer na versão completa de 38 minutos quer na versão editada de cerca de 17 minutos, comentada pela Wikileaks, é possível ver o cerco montado a um grupo de homens pretensamente armados e ouvir os pedidos dos militares para dispararem sobre eles. No decurso do ataque, são abatidos sem hesitação vários civis que circulavam nas ruas.

Enquanto os soldados norte-americanos regozijavam com a execução dos iraquianos, dizendo expressões como «olha estes bastardos a morrerem. Que lindo», um veículo civil pára no local para socorrer os atingidos. Os pilotos disparam novamente, desta feita sobre a viatura onde se encontravam os menores iraquianos.

Quando as tropas terrestres dos EUA chegam ao local e encontram as crianças baleadas, mostra o vídeo, um dos pilotos desculpa-se do sucedido afirmando que tal é culpa dos iraquianos por «trazerem crianças para a batalha», ao que o outro afirma «é verdade».

Reagindo à divulgação do vídeo, o atual secretário da Defesa dos EUA, Robert Gates, classificou o vídeo de «doloroso» e defendeu que a investigação então feita sobre o incidente foi «rigorosa».

O responsável pela máquina de guerra imperialista no governo de Barack Obama sublinhou igualmente que as imagens não deveriam «ter conseqüências duradouras» e que os soldados se encontravam sobre grande pressão durante o assalto ocorrido a 12 de Julho de 2007.

O comando militar dos EUA recusou a abertura de uma nova investigação.

Censura e ocultação

Dizer que as imagens são chocantes e que a sua divulgação confirma uma prática terrorista por parte dos EUA é olhar esta história apenas por um dos ângulos. Com efeito, importa recordar o que o Pentágono mandou informar à época em que aconteceu o ataque.

Questionado sobre a morte dos dois repórteres da Reuters, o exército argumentou que estes haviam sido apanhados no meio dos combates entre ocupantes e forças hostis que disparavam armas automáticas e granadas de bazuca contra os militares norte-americanos.

Ainda segundo o comando militar norte-americano, a conduta seguida pelos soldados estava de acordo com as normas de atuação em conflitos armados e as regras de combate sobre como, quando e onde deve ser usada a força.

Na altura, a Reuters exigiu a investigação cabal do sucedido e, ao abrigo da liberdade de informação, pediu a divulgação de todo o material audiovisual, instrumento que considerava fundamental para o apuramento das circunstâncias em que morreram os seus dois funcionários. Supostamente, as imagens oficiais difundidas davam cobertura à versão norte-americana, a qual veio agora ser posta em causa pelo vídeo completo revelado pela Wikileaks.

Numa declaração após o incidente, a agência de notícias disse que os seus trabalhadores se tinham deslocado ao local para recolherem informações sobre um alegado cerco a um edifício. Namir Noor-Eldeen e Saeed Chamagh chegaram ao local ao mesmo tempo que outros anônimos.

Ora, disse então a Reuters, crê-se que dois ou três desses homens poderiam transportar armas, embora os testemunhos garantam que nenhum tinha uma postura de combate. Acresce que apesar da existência de alegados enfrentamentos entre forças dos EUA e rebeldes iraquianos, em nenhuma das ruas percorridas pelos jornalistas da Reuters foram assinalados combates.

Neste contexto, é no mínimo legítimo manter a dúvida razoável sobre filmes congêneres que, amiúde, nos noticiários das televisões, nos mostram o curso das guerras de agressão, e questionar quantos mais vídeos semelhantes terão sido ocultados pelo imperialismo, que procura censurar as provas dos seus crimes e conformar uma realidade sobre as reais conseqüências das suas operações.

Original em Avante!
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sexta-feira, 5 de março de 2010

OCUPAÇÃO REMETE O IRAQUE À IDADE MÉDIA

No momento em que a risonha senhora Clinton, os governos da civilizada Europa e a mídia ocidental corrupta, mercenária, imoral e fascista sentem-se chocados com o suicídio do criminoso comum Zapata em Cuba, tomamos a liberdade de publicar o que essa mesma mídia, os governos imperialistas e a risonha ignoram - ou fazem que ignoram.

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Lista de docentes universitários assassinados no Iraque durante o período de ocupação

Docentes universitários assassinados: 298

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Atualização: 24-02-2010

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Documento da Campanha Estatal contra a Ocupação e pela Soberania do Iraque

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A seguinte relação de professores e professoras universitários assassinados no Iraque se atualiza a partir de fontes internas iraquianas e incorpora e atualiza os dados apresentados em anteriores edições de IraqSolidaridad, havendo sido cotejada e completada com a elaborada pela organização belga “Tribunal BRussells” [1]. Esta lista faz referencia exclusivamente ao âmbito acadêmico, institucional e investigador das universidades iraquianas, e não inclui, por tanto, nomes de membros de outros coletivos que também estão sendo vítimas, desde o inicio da ocupação, de assassinatos sistemáticos, como os diretores de colégios e institutos, ou o pessoal da saúde [2].

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Abdel Razak al-Naas, professor de Informação e Meios de Comunicação Internacionais na Universidade de Bagdá, assassinado em seu carro no campus desta universidade em28 de janeiro de 2006

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Assassinado em Bagdá o Diretor do Departamento de Direitos Humanos do Ministério da Educação Superior

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Thamer Kamel Mohamed, Diretor do Departamento de Direitos Humanos do Ministério da Educação Superior e professor universitário, foi assassinado em 22 de fevereiro de 2010 por um grupo de homens munidos de armas com silenciadores na zona norte da capital, enquanto se dirigia a seu trabalho em seu veículo. Desde o inicio da ocupação do Iraque foram assassinados 298 professores universitários iraquianos.

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Gravemente ferido um professor da Universidade de Faluya.

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Saad al-Mashhadani, professor da Universidade de Faluya, resultou gravemente ferido no dia 26 de dezembro de 2009 em Faluya em um ataque de um grupo de homens armados no qual resultou também morto seu irmão. Se trata do primeiro caso registrado de assassinato de um docente da Universidade de Faluya, cidade situada na província de al-Anbar. Desde o inicio da ocupação do Iraque foram assassinados 297 professores universitários iraquianos.

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Assassinado em Bagdá um professor da Faculdade de Medicina da Universidade al-Nahrein.

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O doutor Yamal Abu Muhie, professor da Faculdade de Medicina da Universidade al-Nahrein de Bagdá, morre assassinado no dia 22 de novembro de 2009 em seu domicilio no bairro de Adamiya, na capital iraquiana. Com este novo caso, o número de professores universitários iraquianos assassinados desde o inicio da ocupação do Iraque se eleva a 297.

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"Tanto o governo [iraquiano] como as autoridades estadunidenses se tem negado a investigar a qualquer um dos assassinatos”

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O ministério de Direitos Humanos reconhece o assassinato de 340 professores universitários entre 2005 e 2007

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Segundo informa o diário iraquiano az-Zaman em sua edição digital de 2 de julho de 2008, o ministério de Direitos Humanos iraquiano tornou público pela primeira vez um número de assassinatos contra docentes universitários iraquianos: somente entre 2005 e 2007 grupos paramilitares haviam assassinado a 340 professores, cuja identidade foi “cuidadosamente verificada caso por caso”. Segundo esta fonte ministerial “tanto o governo [iraquiano] como as autoridades estadunidenses de ocupação se tem negado a investigar qualquer um dos assassinatos”. “Os assassinos permanecem na impunidade ao mesmo tempo em que os cárceres, tanto estadunidenses como iraquianos, estão superlotados com pessoas detidas por meras suspeitas”, afirma o mencionado diário citando fontes desta instancia oficial iraquiana. Embora a petição do ministério para que a polícia e as forças de segurança investiguem os casos dos acadêmicos assassinados e outros assassinatos de funcionários “todos os casos que se tem relatado seguem sem se investigar”.

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Diyala: Tropas de EEUU assaltam l residência de professores da Universidade em Baquba

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ropas dos EEUU assaltaram em 11 de abril de 2007 a residência de professores da Universidade de Diyala, em Baquba, detendo durante varias horas a vários docentes, segundo informa em um comunicado a direção da universidade. Segundo o comunicado, os soldados dos Estados Unidos arrombaram com explosivos durante seu assalto as portas das casas dos professores, irrompendo violentamente em seu interior e destruindo mobiliário e objetos pessoais. O porta-voz da universidade, Saadún al-Ujali, confirmou que numerosos professores foram amarrados e confinados durante horas no exterior do recinto e tratados pelos soldados estadunidenses “de maneira muito provocadora” antes de serem postos em liberdade.O comunicado assinala que os professores enfrentam uma “situação insustentável […] e [muitos deles] estão buscando um lugar no qual sua dignidade seja preservada”. [Fonte: az-Zamán, 11 de abril, 2007.]

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Al-Anbar: Detenções de professores universitários

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Doze professores da Universidade de al-Anbar foram detidos em 5 de dezembro de 2006 por forças de ocupação dos EEUU acusados de colaboração com a resistência na fabricação de explosivos [Fonte: fontes iraquianas à CEOSI [3], 5 de dezembro, 2006.] Com anterioridade, em primeiro de dezembro, era detido com similar acusação Hussain Al Kafaji, professor de Química da Universidade da Babilônia (Hila), em uma operação conjunta de forças estadunidenses e da brigada especial da polícia iraquiana Escorpião, acusada reiteradas vezes de seqüestro, tortura e assassinato. Nabil Al Dulaimy, o jornalista da Radio Djila que informou da detenção de Al Kafaji foi assassinado em 4 de dezembro. [Fonte: Tribunal BRussels, www.brusselstribunal.org/Khafaji.htm]

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Bagdá: Paramilitares seqüestram torturam, violam e assassinam a Estudantes em Bagdá

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Em dezembro de 2006, cinco mulheres estudantes foram seqüestradas da Universidade Al Mustansiriya de Bagdá, sob o controle dos paramilitares do Exército de Mahdi (vinculado o clérigo as-Sáder), e encontradas posteriormente mortas com sinais de torturas e de haverem sido violadas. Três mulheres estudantes do campus da Universidade de Bagdá foram igualmente seqüestradas em dezembro e seguem ainda em lugar desconhecido. [Fonte: fontes universitárias iraquianas à CEOSI, 24 de dezembro de 2006.]

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ista de docentes universitários assassinados no Iraque durante o período de ocupação

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BAGDÁ
Universidade de Bagdá

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Abbás Al Attar: Doutor em Humanidades, professor da Faculdade de Humanidades da Universidade de Bagdá.
Abdel Huseín Jabuk: Doutor e professor da Universidade de Bagdá.

Abdel Salam Saba: Doutor em Sociologia, professor da Universidade de Bagdá.

Abdel Razak Al Naas: Professor de Informação e Meios de Comunicação Internacionais na Faculdade de Ciências da Informação da Universidade de Bagdá. Morto ml 28 de janeiro de 2005 por disparos de desconhecidos, os quais abriram fogo contra ele após bloquear seu veículo na saída do campus. Respeitado analista de mídias árabes da televisão via satélite, seu assassinato provocou enfrentamentos entre Estudantes e policiais em Bagdá e uma greve de jornalistas.

Ahmed Nassir Al-Nassiri: Doutor em Ciências da Educação, Universidade de Bagdá. Assassinado em fevereiro de 2005.

Ali Abdul-Huseín Kamil: Doutor em Ciências Físicas, professor do Departamento de Física da Faculdade de Ciências da Universidade de Bagdá.

Amir Al Jazragi: Doutor em Medicina, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de Bagdá e assessor do ministério da Saúde. Assassinado em 17 de novembro de 2005.

Basil Al Karji: Doutor em Ciências Químicas, professor da Universidade de Bagdá.
Essam Sharif Mohamed: Doutor em Historia. Catedrático e Diretor do Departamento de Historia da Faculdade de Humanidades da Universidade de Bagdá.

Faidhi Al-Faidhi: Doutor em Ciências da Educação, professor das Universidades de Bagdá e Al Munstansiriya, membro do Comitê de Cientistas Muçulmanos. Assassinado em 2005.

Fuad Abrahim Mohamed Al Bayati: Doutor em Filologia Germânica, Catedrático e Diretor do Departamento de Filologia Germânica da Faculdade de Filologia da Universidade de Bagdá.

Haifa Alwan Al Hil: Doutora em Ciências Físicas, professora na Faculdade de Ciências da Mulher da Universidade de Bagdá.

Haikel Mohamed Al Musawi: Doutor em Medicina. Professor da Faculdade de Medicina Al Kindi da Universidade de Bagdá. Assassinado em 17 de novembro de 2005.

Hassan Abd Ali Dawood Al-Rubai: Doutor em Estomatologia. Decano da Faculdade de Estomatologia da Universidade de Bagdá. Assassinado em 20 de dezembro de 2005.

Hazim Abdul Hadi: Doutor em Medicina. Professor da Faculdade de Medicina da Universidade de Bagdá.

Husain Ali al-Jumaily: Professor da Faculdade de Ciências Políticas da Universidade de Bagdá. Assassinado em Bagdá a 16 de julho de 2006. [Fonte: fontes universitárias iraquianas para o Tribunal BRussells de 17 de janeiro de 2009.]

Jalid [Khalid] Hassan Mahdi Nasrullah: Professor e Secretário Administrativo da Faculdade de Ciências Políticas da Universidade de Bagdá. Seqüestrado em Bagdá, seu cadáver foi encontrado quatro dias após com evidencias de haver sido torturado em 14 de março de 2007. [Fonte: fontes universitárias iraquianas para o Tribunal BRussells de 17 de janeiro de 2009.]

Jalil Ismail Abd Al Dahri: Doutor em Educação Física. Professor da Faculdade de Educação Física da Universidade de Bagdá.

Jalil [Khalil] Ismail al-Hadithi: Professor da Faculdade de Ciências Políticas da Universidade de Bagdá. Assassinado em Amán (Jordânia) em 23 de abril de 2006. [Fonte: fontes universitárias iraquianas para o Tribunal BRussells de 17 de janeiro de 2009.]

Kilan Mahmud Ramez: Doutor e professor da Universidade de Bagdá.

Maha Abdel Kadira: Doutora e professora da Faculdade de Humanidades da Universidade de Bagdá.
Mayid Naser Husien Al-Ma'amoori: Catedrático de Veterinaria ddla Faculdade de Veterinaria da Universidade de Bagdá. Assassinado em 17 de fevereiro de 2007.

Marwan Al Raawi: Doutor em Engenharia e professor da Universidade de Bagdá.

Marwan Galeb Mudhhir Al Heti: Doutor em Engenharia Química e professor da Escola de Engenheiros da Universidade de Bagdá.

Mayed Huseín Ali: Doutor em Ciências Físicas e professor da Faculdade de Ciências da Universidade de Bagdá.
Mehned Al Dulaimi: Doutor em Engenharia Mecânica e professor da Universidade de Bagdá.

Mohamed Falah Al Dulaimi: Doutor em Ciências Físicas e professor da Universidade de Bagdá.

Mohamed Tuki Huseín Al Talakani: Doutor em Ciências Físicas. Cientista nuclear desde 1984 e professor da Universidade de Bagdá.

Mohamed Al Kissi: Doutor e professor da Universidade de Bagdá.

Mohamed Abd Allah Al Raawi: ex-Reitor da Universidade de Bagdá. Doutor em Cirurgia, membro do Conselho Árabe de Medicina e do Conselho Iraquiano de Medicina e Presidente do Sindicato Iraquiano de Médicos.
Mohamed Al Jazairi: Doutor em Medicina e cirurgião plástico. Membro da Faculdade de Medicina da Universidade de Bagdá.
Assassinado em 15 de novembro de 2005.

Mustafa Al Hity: Doutor em Medicina e Pediatra. Professor da Faculdade de Medicina da Universidade de Bagdá. Assassinado em 14 de novembro de 2005.

Mustafa Al Mashadani: Doutor em Estudos Religiosos. Professor da Escola Universitária de Humanidades da Universidade de Bagdá.

Nafea Ahmmoud Jalaf: Doutor em Língua Árabe. Catedrático da Faculdade de Humanidades da Universidade de Bagdá.

Nawfal Ahmad: Doutora e professora da Faculdade de Belas Artes da Universidade de Bagdá. Assassinada ao sair de sua residência em 25 de dezembro de 2005.

Nazar Abdul Amir Al Ubaidy: Doutor e professor da Universidade de Bagdá.

Raad Shlash: Doutor em Ciências Biológicas, diretor do Departamento de Biologia da Faculdade de Ciências da Universidade de Bagdá. Assassinado à saída de seu domicilio em 17 de novembro de 2005.

Rafi Sarcisan Vancan: Licenciado em Língua Inglesa. Professor na Faculdade de Estudos da Mulher da Universidade de Bagdá.

Saadi Daguer Morab: Doutor em Belas Artes e professor da Faculdade de Belas Artes da Universidade de Bagdá.
Sabri Mustafa Al Bayati: Doutor em Geografia e professor da Escola Universitária de Humanidades da Universidade de Bagdá.

Sad Yasin Al Ansari: Doutor e professor na Universidade de Bagdá. Assassinado no bairro de al-Saydiya da capital em 17 de novembro de 2005.

Wannas Abdulah Al Naddawi: Doutor em Ciências da Educação, Universidade de Bagdá. Assassinado em 18 de fevereiro de 2005.

Yassim Al Isawi: Doutor em Estudos Religiosos, Faculdade de Arte da Universidade de Bagdá. Assassinado em 21 de junho de 2005.

Zaki Jabar Laftah Al Saedi: Licenciado em Veterinária e professor da Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade de Bagdá.

Basem Al Modarres: Doutor e professor da Faculdade de Filosofia e Letras, Universidade de Bagdá. (Fonte: al-Hayat, 28/02/06).

Jasim Mohemed Achamri: Decano da Faculdade de Filosofia e Letras, Universidade de Bagdá. (Fonte: al-Hayat, 28/02/06).

Hisham Charif: Diretor do Departamento de Historia e professor, Universidade de Bagdá. (Fonte: al-Hayat, 28/02/06).
Kais Hussam Al Den Jumaa: Catedrático e professor da Faculdade de Agricultura da Universidade de Bagdá. Morto em 27 de março de 2006 por disparos de soldados estadunidenses quando transitava pelo centro da capital. (Fonte: fontes de universidades iraquianas).

Mohamed Yaakoub Al Abidi: Universidade de Bagdá. Departamento e Faculdade desconhecidos. (Fonte: Informe da Associação de Professores Universitários do Iraque, Bagdá, março de 2006).

Abdelatif Attai: Universidade de Bagdá. Departamento e Faculdade desconhecidos. (Fonte: Informe da Associação de Professores Universitários do Iraque, Bagdá, março de 2006).

Ali Al Maliki: Universidade de Bagdá. Departamento e Faculdade desconhecidos. (Fonte: Informe da Associação de Professores Universitários do Iraque, Bagdá, março de 2006).

Nafia Aboud: Universidade de Bagdá Departamento e Faculdade desconhecidos. (Fonte: Informe da Associação de Professores Universitários do Iraque, Bagdá, março de 2006).

Abbas Kadem Alhachimi: Universidade de Bagdá. Departamento e Faculdade desconhecidos. (Fonte: Informe da Associação de Professores Universitários do Iraque, Bagdá, março de 2006).

Mouloud Hasan Albardar Aturki: Professor de Teologia Hanafita da Faculdade Al Imam Al Aadam de Teologia, Universidade de Bagdá. (Fonte: Informe da Associação de Professores Universitários do Iraque, Bagdá, março de 2006).

Riadh Abbas Saleh: Professor do Centro de Estudos Internacionais da Universidade de Bagdá. Assassinado em 11 de maio de 2006. (Fonte: fonte universitária no Iraque à CEOSI em 17 de maio, 2006).

Abbas Al Amery: Catedrático e Diretor do Departamento de Administração Empresarial da Faculdade de Administração e Economia da Universidade de Bagdá. Assassinado junto com seu filho e outro familiar na entrada da Faculdade em16 de maio de 2006. (Fonte: fonte universitária no Iraque á CEOSI em 17 de maio, 2006).

Muthana Harith Jasim: Catedrático e professor da Faculdade de Engenharia da Universidade de Bagdá. Assassinado nas proximidades de seu domicilio no bairro al-Mansur no dia 13 de junho de 2003. (Fonte: fontes universitárias iraquianas á CEOSI, 13 de junho, 2006).

Hani Aref al-Dulaimy: Professor do Departamento de Engenharia de Computação da Faculdade de Engenharia da Universidade de Bagdá. Assassinado junto a três de seus estudantes no dia 13 de junho de 2006 no campus. (Fonte: fontes universitárias iraquianas à CEOSI, 13 de junho, 2006).

Husein Al Sharifi: Catedrático de Cirurgia Urinaria da Faculdade de Medicina da Universidade de Bagdá. Assassinado em maio de 2006. (Fonte: fontes universitárias iraquianas à CEOSI em 20 de junho de 2006).
Hadi Muhammad Abub Al Obaidi: Professor do Departamento de Cirurgia da Faculdade de Medicina da Universidade de Bagdá. Assassinado em 19 de junho de 2006. (Fonte: fontes universitárias iraquianas à CEOSI em 20 de junho de 2006).

Hamza Shenian: Catedrático de Cirurgia Veterinária da Faculdade de Veterinária da Universidade de Bagdá. Morto por disparos de homens armados no jardim de sua casa, situada em um bairro residencial de Bagdá, no dia 21 de junho de 2006, o primeiro caso, ­ao menos conhecido - de um assassinato contra um docente perpetrado no domicilio da vítima. (Fonte: fontes universitárias iraquianas à CEOSI em 21 de junho de 2006).
Jassim Mohama Al-Eesaui: Catedrático da Faculdade de Ciências Políticas da Universidade de Bagdá e editor do diário al-Syada. Foi assassinado em 22 de junho no bairro de al-Shuala em Bagdá aos 61 anos. (Fonte:
Informe de la UNAMI, 1 de mayo al 30 de junio, 2006 )

Shukir Mahmoud As-Salam: Professor da Faculdade de Medicina da Universidade de Bagdá, e médico odontólogo do hospital al-Yamuk da capital. Foi assassinado por homens armados nas proximidades de seu domicilio no dia 6 de setembro de 2006. (Fontes: telejornal do canal as-Sharquia em sua edição de 7 de setembro, e fontes da CEOSI no Iraque).

Mahdi Nuseif Jasim: Catedrático do Departamento de Engenharia Petrolífera da Universidade de Bagdá. Assassinado em 13 de setembro de 2006 nas proximidades da Universidade. (Fonte: fontes iraquianas à CEOSI).
Adil Al Mansouri: Cirurgião maxilo-buco-facial. Seqüestrado por homens uniformizados nas proximidades do hospital Iban al-Nafis da capital e encontrado em julho/agosto de 2006. Sua morte se inscreve em uma onda de assassinatos de até sete médicos especialistas. (Fonte: fontes médicas iraquianas, 24 de setembro, 2006).

Shukur Arsalan: Cirurgião maxilo-buco-facial e catedrático da Faculdade de Medicina da Universidade de Bagdá, assassinado por homens armados à saída de sua clínica no bairro de Harziya. Data desconhecida (julho/agosto de 2006). Sua morte se inscreve em uma onda de assassinatos de até sete médicos especialistas. (Fonte: fontes médicas iraquianas, 24 de setembro, 2006).

Isam al-Raui: Catedrático de Geologia e professor da Universidade de Bagdá e Presidente da Associação de Professores Universitários do Iraque. Assassinado em 30 de outubro de 2006 em um ataque de um grupo de homens armados no que resultaram gravemente feridos outros dos professores. (Fontes: fontes iraquianas à CEOSI e Associated Press).

Yaqdan Sadún Al Dhalmi: Catedrático e professor da Faculdade de Educação da Universidade de Bagdá. Assassinado em16 de outubro de 2006. (Fonte: fontes iraquianas à CEOSI).

Jlid Ibrahim Mousa: Catedrático e professor da Faculdade de Medicina da Universidade de Bagdá. Assassinado por um grupo armado em setembro de 2006. Durante os meses de agosto e setembro de 2006, seis catedráticos de Medicina foram assassinados em Bagdá. (Fonte: fontes iraquianas à CEOSI).
Mohamed Jassim al-Assadi e esposa: Catedrático e Decano da Faculdade de Ciências Econômicas e Empresariais da Universidade de Bagdá. Assassinado por um grupo armado enquanto se dirigia de carro à universidade junto com sua esposa, também professora universitária do mesmo campus (nome e cargo acadêmicos desconhecidos), e filho no dia 2 de novembro de 2006, que resultaram igualmente assassinados. (Fontes: frentes iraquianas à CEOSI e
Time, 2 de novembro de 2006 ).

Mohamed Mehdi Saleh: Professor da Universidade de Bagdá (cargo desconhecido) e membro da Associação de Mulás Muçulmanos (AUM), Imã da mesquita de Ahl al-Sufa, situada no bairro de al-Shurta al-Jámisa em Bagdá. Assassinado em 14 de novembro de 2006 enquanto conduzia seu carro no bairro al-Amal, no centro de Bagdá. (Fonte: AUM, 14 de novembro, 2006).

Hedaib Majhol: Professor da Faculdade de Educação Desportiva da Universidade de Bagdá. Presidente do Clube Universitário de Futebol e membro da Associação de Futebol Iraquiana. Seqüestrado em Bagdá, seu corpo foi recuperado três dias depois de seu desaparecimento no Instituto Anatômico-Forense da capital no dia 3 de dezembro de 2006. (Fonte: fontes iraquianas à CEOSI, 4 de novembro, 2006).

Al Hareth Abdul Hamid: Catedrático de Psiquiatria e Diretor do Departamento de Psicologia da Universidade de Bagdá e ex-presidente da Sociedade de Investigações Parapsicológicas do Iraque. Renomado cientista, Abdul Hamid foi assassinado no bairro de al-Mansur de Bagdá, em 6 de dezembro de 2006, por disparos de desconhecidos. ((Fontes: fontes iraquianas à CEOSI, 6 de dezembro, 2006, Reuters, 30 de janeiro, 2007).

Anwar Abdul Husein: Professor da Faculdade de Odontologia da Universidade de Bagdá. Assassinado na avenida Haifa na capital na terceira semana de janeiro de 2007. (Fonte: fontes universitárias iraquianas à CEOSI, 23 de janeiro, 2007).

Mayid Nasser Husein: Professor da Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade de Bagdá, obteve seu doutorado na Austrália. Assassinado em frente a sua mulher e filha quando saía de sua casa a caminho da universidade na terceira semana de janeiro de 2007. Nasser Husein havia sido seqüestrado dois anos antes e liberado após pagar uma soma em dinheiro. (Fonte: fontes universitárias iraquianas à CEOSI, 23 de janeiro, 2007).
Jalid Al-Hassan: Catedrático e Vice-decano da Faculdade de Ciências Políticas da Universidade de Bagdá. Assassinado em março de 2007 (dia desconhecido). (Fonte: Associação de Catedráticos e Professores Universitários do Iraque, 7 de abril, 2007.
pdf).

Ali Mohamed Hamza: Catedrático de Estudos Islâmicos da Universidade de Bagdá (Departamento desconhecido). Assassinado em 17 de abril de 2007. (Fontes: canais de televisão as-Saharkiya e al-Jazeera).

Abdulwahab Mayid: Professor da Faculdade de Magistério (Departamento desconhecido) da Universidade de Bagdá. Assassinado em 2 de maio de 2007. (Fonte: fontes iraquianas universitárias à CEOSI, 5 de maio de 2007).
Sabah Al-Taei: Vice-decano da Faculdade de Magistério da Universidade de Bagdá. Assassinado em 7 de maio de 2007. (Fonte: fontes iraquianas universitárias à CEOSI, 8 de maio de 2007).

Nihad Mohamed Al-Raui: Catedrático de Engenharia Civil e vice-reitor da Universidade de Bagdá. Morto a tiros em 26 de junho de 2007 na Ponte de al-Jadría, a poucos metros da entrada do campus, quando saía da universidade junto com sua filha Rana, à qual protegeu com seu corpo dos disparos de um grupo de homens armados. (Fontes: fontes universitárias iraquianas para o Tribunal BRussells e à CEOSI, 26 e 27 de junho de 2007, e http://www.iraqslogger.com/ e http://www.wmin.ac.uk/).

Muhammad Kasem Al-Jeboury: Professor da Faculdade de Agricultura da Universidade de Bagdá. Assassinado por paramilitares em 22 de junho de 2007 junto com seu filho e um cunhado. (Fonte: fontes universitárias iraquianas à CEOSI, 27 de junho de 2007).

Samir (nome incompleto): professor da Faculdade de Ciências Empresariais e Econômicas da Universidade de Bagdá. Após haver sido seqüestrado na sexta-feira, 29 de junho, e permanecer um dia desaparecido, membros da polícia iraquiana encontraram seu corpo com impactos de bala em Kut, cidade à qual se havia deslocado para visitar a familiares. Kut é a capital da província de Wasit e está situada a 180 quilômetros ao sudeste de Bagdá. O professor Samir vivia no distrito de al-Sidiya da capital. (Fonte: Voices of Iraq http://www.iraqslogger.com/, 29 de junho, 2007).

Amin Abdul Aziz Sarhan: Professor da Universidade de Bagdá (Departamento desconhecido). Seqüestrado por homens armados não identificados m 13 de outubro de 2007 em seu domicilio em Basora e encontrado morto na manhã do dia 15. (Fonte: Voices of Iraq, 15 de outubro de 2007).

Mohammed Kadhem Al-Atabi: Diretor do Departamento de Planificação e Avaliação da Universidade de Bagdá. Seqüestrado em 18 de outubro de 2007 em sua residência na capital iraquiana por um grupo de homens armados e encontrado morto poucas horas depois na zona de Ur, próxima ao distrito de as-Sáder em Bagdá, feudo da milícia do Exército de Mahdi de Moqtada as-Sáder. (Fonte: fontes universitárias iraquianas à CEOSI, 26 de outubro de 2007).

Munther Murhej Radhi: Decano da Faculdade de Odontologia da Universidade de Bagdá. Encontrado morto em seu automóvel em 23 de janeiro de 2008. (Fonte: fontes iraquianas universitárias à CEOSI, 24 de janeiro de 2008).

Mundir Marhach: Decano da Faculdade de Odontologia da Universidade de Bagdá. Assassinado em março em data desconhecida segundo informa em um comunicado ol Centro de Direitos Humanos de Bagdá. (Fonte: Al-Basrah (http://www.albasrah.net/) de 12 de março de 2008).

Abdul Sattar Jeid Al-Dulaimy: professor de Microbiologia da Faculdade de Veterinária da Universidade de Bagdá, entre outras instituições. Abdul S. J. Al-Dulaimy foi assassinado em novembro de 2003 na frente de sua mulher e seus quatro filhos por três homens armados que o esperavam à porta de seu domicilio em Bagdá, após haver visitado com sua família a parentes residentes na cidade de Ramadi, ao oeste da capital. Sua mulher foi atingida na cabeça pelos disparos, sobrevivendo a seus ferimentos. Um de seus filhos, de 14 anos, faleceu um ano depois por uma lesão cardíaca. [Fonte: fontes universitárias iraquianas à CEOSI de 11 de junho de 2008.]

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Faculdade (privada) Al-Maamoun de Bagdá

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Mohammad Al-Miyahi: Decano da Faculdade Al-Maamoun de Bagdá. Em 18 de dezembro de 2007, homens não identificados portando armas com silenciador assassinaram a tiros a Al-Miyahi quando descia de seu automóvel em frente a sua casa, situada no distrito de Al-Qadisiah, ao sul da capital, segundo informaram fontes policiais iraquianas (Fontes: KUNA (http://www.kuna.net.kw/) e IPS (http://www.upi.com/) de 19 de dezembro de 2007 e Al-Basrah (http://www.albasrah.net/) de 12 março de 2008).

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Universidade al-Mustansiriya (Bagdá)

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Aalim Abdul Hameed: Doutor em Medicina Preventiva, especializado no estudo dos efeitos do urânio empobrecido na saúde da população de Basora e Decano da Faculdade de Medicina da Universidade de Al Mustansiriya, Bagdá.

Abdul Latif Al Mayah: Doutor em Economia, professor e Diretor do Departamento de Investigações da Universidade de Al Mustansiriya, Bagdá.

Aki Thakir Alaany: Doutor e professor da Faculdade de Literatura da Universidade de Al Munstansiriya, Bagdá.

Falah Al Dulaimi: Doutor, professor e Vice-decano da Faculdade de Ciências da Universidade de Al Mustansiriya, Bagdá.

Falah Ali Huseín: Doutor em Física, professor e Vice-decano da Faculdade de Ciências da Universidade de Al Mustansiriya, Bagdá. Assassinado em maio de 2005.

Musa Saloum Addas: Doutor, professor e Vice-decano da Faculdade de Ciências da Educação da Universidade de Al Mustansiriya, Bagdá. Assassinado em 27 de maio de 2005.

Husam Al Ddin Ahmad Mahmmoud: Doutor em Ciências da Educação, professor e Decano da Faculdade de Ciências da Educação da Universidade Al Mustansiriya, Bagdá.

Jasim Abdul Kareem: Doutor e professor na Faculdade da Educação da Universidade de Al Mustansiriya, Bagdá.

Abdul As Satar Sabar Al Jazrayi: Doutor em Historia, Universidade de Al Mustansiriya, Bagdá (19 de junho de 2005). [Um professor de igual nome, docente de Engenharia na Faculdade de Tecnologia Informática da Universidade de Al Nahrein de Bagdá, aparece como assassinado em março de 2006.]

Samir Yield Gerges: Doutor e professor da Faculdade de Administração e Economia da Universidade de Al Mustansiriya, Bagdá. Assassinado em 28 de agosto de 2005.

Jasim Al Fahaidawi: Doutor e professor de Literatura Árabe da Faculdade de Humanidades da Universidade de Al Mustansiriya. Assassinado à saída da Universidade. (Fonte: BBC News, 15 de novembro de 2005).

Kadim Talal Huseín: Vice-decano da Faculdade de Educação da Universidade de Al Mustansiriya.
Mohamed Nayeb Al Qissi: Doutor em Geografia e professor do Departamento de Investigações da Universidade de Al Mustansiriya, Bagdá.

Sabah Mahmoud Al Rubaie: Doutor em Geografia, professor e Decano da Faculdade de Ciências da Educação da Universidade de Al Mustansiriya, Bagdá.

Ali Hasan Muhawish: Decano e professor da Faculdade de Engenharia, Universidade Al Mustansiriya, Bagdá. Assassinado em 12 de março de 2006. (Fonte: Middle East Online, 13/03/06).

Imad Naser Alfuadi: Professor da Faculdade de Ciências Políticas da Universidade de Al Mustansiriya. (Fonte: Informe da Associação de Professores Universitários do Iraque, Bagdá, março de 2006).

Mohamed Ali Jawad Achami: Reitor da Faculdade de Direito da Universidade de Al Mustansiriya. (Fonte: Informe da Associação de Professores Universitários do Iraque, Bagdá, março de 2006).

Husam Karyakus Tomas: Médico docente da Faculdade de Medicina da Universidade de al-Mustansiriya. (Fonte: Informe da Associação de Professores Universitários do Iraque, Bagdá, março de 2006).

Basem Habib Salman: Médico docente da Faculdade de Medicina da Universidade de al-Mustansiriya. (Fonte: Informe da Associação de Professores Universitários do Iraque, Bagdá, março de 2006).

Mohamed Abdul Rahman Al Ani: Doutor em Engenharia e professor titular da Faculdade de Direito da Universidade Al Mustansiriya, em Bagdá. Seqüestrado em 26 de abril em sua casa na rua Palestina, em Bagdá, junto com seu amigo Akrem Mehdi, por vários homens armados; seus cadáveres foram encontrados dois dias depois. (Fontes universitárias à CEOSI, 05/05/06).

Jasim Fiadh Al Shammari: Professor de Psicologia da Faculdade de Letras da Universidade Al Mustansiriya de Bagdá. Assassinado nas proximidades do campus em 23 de maio de 2006. (Fonte: Fontes universitárias iraquianas à CEOSI, 30 de maio, 2006).

Saad Mehdi Shalash: Doutor em Historia. Professor de Historia na Faculdade de Letras da Universidade al-Mustansiriya de Bagdá, e redator do periódico Raya al-Arab. Assassinado a tiros em sua casa junto a sua esposa em 26 de outubro de 2006. (Fonte: al-Quds al-Arabi, 27 de outubro, 2006, editado e traduzido em Boletín de Prensa Árabe ).

Kemal Nassir: Catedrático de Historia e professor nas Universidades de al-Mustansiriya e Bufa. Assassinado em sua casa de Bagdá em outubro de 2006. (Fonte: fontes iraquianas à CEOSI em 2 de novembro de 2006).

Hassib Aref Al Obaidi: Catedrático de Ciências Políticas e professor da Faculdade de Ciências Políticas da Universidade al-Mustansiriya de Bagdá. Seqüestrado e em paradeiro desconhecido desde 22 de outubro de 2006. (Fonte: fontes iraquianas à CEOSI).

Najib Al Salihi: Professor da Faculdade de Psicologia da Universidade de al-Mustansiriya e Diretor do Comitê Científico do Ministério da Educação Superior do Iraque. De 39 anos, Al Salihi foi seqüestrado próximo ao campus e seu cadáver (com disparos de bala) foi encontrado no dia 1 de novembro no necrotério da capital, vinte dias depois de seu desaparecimento, segundo informa sua família, que pode recuperar seu corpo após o pagamento de uma grande quantidade de dinheiro. (Fonte: fontes iraquianas à CEOSI).

Dhia Al Deen Mahdi Husein: Catedrático de Direito Penal Internacional da Faculdade de Direito da Universidade de al-Mustansiriya de Bagdá. Desaparecido desde que fora seqüestrado em seu domicilio do bairro de Dhia na capital iraquiana em 4 de novembro de 2006 por um grupo de homens armados, que se deslocavam em viaturas da polícia. (Fonte: fontes iraquianas à CEOSI em 5 de novembro, 2006).

Muntather (Montathar] Al Hamdani: Vice-decano da Faculdade de Direito da Universidade Al Mustansiriya de Bagdá. Assassinado junto com o professor da mesma Faculdade Ali Hassam em 20 de dezembro de 2006. (Fonte: fontes universitárias iraquianas à CEOSI, 24 de dezembro de 2006). (Fontes policiais iraquianas identificam a Ali Arnoosi, como o Vice-decano assassinado no dia 21 e ao professor Mohamed Hamdani como a outra vítima de um ataque no qual haviam falecido outros dois acompanhantes dos professores. Se desconhece se se trata dos mesmos casos).

Ali Hassam: Professor da Faculdade de Direito da Universidade Al Mustansiriya de Bagdá. Assassinado junto a Muntather Al Hamdani, Vice-decano da mencionada Faculdade, em 20 de dezembro de 2006. (Fonte: fontes universitárias iraquianas à CEOSI, 24 de dezembro de 2006). (Fontes policiais iraquianas identificam a Ali Arnoosi, como o Vice-decano assassinado no dia 21 e ao professor Mohamed Hamdani como a outra vítima de um ataque no qual havia falecido outros dois acompanhantes dos professores Se desconhece se se trata dos mesmos casos).

Dhia Al-Mguter: Catedrático de Economia da Faculdade de Administração e Economia da Universidade Al-Mustansiriya de Bagdá. Assassinado enquanto conduzia seu veículo na capital iraquiana em 23 de janeiro de 2007. Proeminente economista, Dhia Al-Mguter, era Presidente da Associação de Defesa do Consumidor e da Associação de Economistas do Iraque. Comentarista do canal de televisão Al-Sharqya, foi membro do Comitê Maram, encarregado de avaliar as denuncias de irregularidades cometidas durante as eleições de janeiro de 2006. Al-Mguter pertencia a uma família - originaria da pequena cidade de Rumeiza, ao sul do país — de grande tradição anti-colonial que se remonta à época da ocupação britânica, (Fonte: fontes universitárias iraquianas à CEOSI e diário az-Zamán, de 24 de janeiro, 2007).

Abdul Ridha Al-Kuraishi: Vice-decano da Faculdade de Economia e Administração da Universidade Al-Mustansiriya de Bagdá. Seqüestrado no dia 28 de março de 2007 e encontrado morto no dia 1 de abril. [Fontes: fontes universitárias iraquianas à CEOSI de 4 de abril de 2007 e documento da Associação de Catedráticos e Professores Universitários do Iraque, 7 de abril, 2007. pdf].

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Universidade Tecnológica (Bagdá)

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Muhannad Al Dilaimi: Doutor em Engenharia Mecânica e professor da Universidade Tecnológica, Bagdá.

Muhey Huseín: Doutor em Aerodinâmica e professor do Departamento de Engenharia Mecânica da Universidade Tecnológica, Bagdá.

Qahtan Kadhim Hatim: Licenciado em Ciências e professor da Escola de Engenharia da Universidade Tecnológica, Bagdá.

Sahira Mohamed Machhadani: Universidade Tecnológica de Bagdá, Departamento e Faculdade desconhecidos. (Fonte: Informe da Associação de Professores Universitários do Iraque, Bagdá, março de 2006).

Ahmed Ali Husein: Professor da Universidade Tecnológica de Bagdá e especialista em Mecânica Aplicada. Assassinado por um grupo de homens armados no centro da capital em 22 de maio de 2006. (Fonte: Fontes universitárias à CEOSI, 24 de maio, 2006).

Nome desconhecido: Professor da Universidade Tecnológica de Bagdá. Assassinado em 27 de junho de 2006 por disparos de um grupo armado a partir de um veículo em movimento no bairro de al-Mansur da capital. No dia seguinte, estudantes e professores levaram a cabo uma paralisação em todas as Universidades do país em protesto pelo assassinato e seqüestro de docentes universitários. (Fonte: al-Jazeera e Jordan Times, 27 de junho, 2006).

Ali Kadhim Ali: Catedrático da Universidade Tecnológica de Bagdá, foi morto na tarde do dia 16 de novembro de 2006 no distrito de al-Yarmuk da capital por disparos de um grupo de homens armados, os quais também assassinaram a sua esposa, a doutora Baida Obeid, ginecologista. (Fonte: fontes iraquianas à CEOSI em 16 de novembro, 2006).

Mayid Jasim Al Janabi: Professor de Física da Universidade Tecnológica de Bagdá. Assassinado em 23 de maio de 2006. (Fonte: fontes universitárias iraquianas à CEOSI, dezembro de 2006).

Jalil Enjad Al Jumaily: Professor da Universidade Tecnológica de Bagdá (Departamento desconhecido). Assassinado em 22 de dezembro de 2006 junto com seu filho, médico, após haverem sido seqüestrados. (Fonte: fontes universitárias iraquianas à CEOSI, 24 de dezembro de 2006).

Abdul Sami Al-Janabi: vice-reitor da Universidade Tecnológica de Bagdá. Desaparecido após ser seqüestrado na terceira semana de janeiro de 2007. Abdul Sami Al-Janabi ocupou durante o ano de 2004 o cargo de Decano da Faculdade de Ciências da Universidade Al-Mustansiriya, também em Bagdá, posto do qual se demitiu ante as ameaças de morte recebidas de paramilitares shiíes que começaram então a ocupação dos centros universitários da capital. Levado pelo ministério de Educação Superior a seu atual cargo para preservar sua segurança, Sami Al-Janabi, terá sido sem dúvida finalmente assassinado. (Fonte: fontes universitárias iraquianas à CEOSI, 23 de janeiro, 2007).

Ameer Mekki Al-Zihairi: Professor do Instituto Tecnológico de Bagdá. Assassinado em março de 2007. (Fonte: Associação de Catedráticos e Professores Universitários do Iraque, 7 de abril, 2007. pdf).

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Universidade al-Nahrein (Bagdá)

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Akil Abdel Yabar Al Bahadili: Catedrático e Vice-decano da Faculdade de Medicina da Universidade de Al Nahrain e Diretor do Hospital de Adamiya, bairro da capital, especialista em Medicina Interna. Assassinado em 2 de dezembro de 2005.

Mohamed Al Jazairy: Professor do Hospital Universitário de Kadhemiya da Faculdade de Medicina da Universidade de Al Nahrain; especialista em Cirurgia Plástica.

Layth Abdel Aziz: Doutor e professor da Faculdade de Ciências, Universidade de al-Nahrein. (Fonte: al-Hayat, 28/02/06).
Abdul As Satar Sabar Al Jazrayi: Professor de Engenharia da Faculdade de Tecnologia Informática, Universidade de Al Nahrein. (Fonte: Informe da Associação de Professores Universitários do Iraque, Bagdá, março de 2006). [Um professor de igual nome, Doutor em Historia na Universidade de Al Mustansiriya de Bagdá, aparece como assassinado em 19 de junho de 2005.]

Uday al-Beiruti: Catedrático na Universidade al-Nahrein. Seqüestrado na garagem do Hospital Universitário de Kadhimiya por homens armados vestidos com uniformes do Ministério do Interior. Seu corpo, com sinais de haver sido golpeado, foi recuperado no bairro de al-Sadda, ao norte de Media as-Sáder. Data desconhecida: julho/agosto de 2006. Sua morte se inscreve em uma onda de assassinatos de até sete médicos especialistas. (Fonte: fontes médicas iraquianas, 24 de setembro, 2006).

Jalil Al Jomaili: Catedrático da Faculdade de Medicina da Universidade de Al Nahrein. Foi encontrado morto em dezembro (dia não determinado) por disparos junto com seu filho, o professor da mesma Faculdade, Dr. Anas Al Jomaili, após haverem sido seqüestrados ambos no Hospital Universitário de Al Kadimiya. (Fonte: fontes universitárias iraquianas à CEOSI, 24 de dezembro de 2006).

Anas Al Jomaili: Professor da Faculdade de Medicina da Universidade de Al Nahrein. Foi achado morto por disparos em dezembro (dia não determinado) junto com seu pai, o catedrático de Medicina, Dr. Jalili Al Joamili, após haverem sido seqüestrados ambos no Hospital Universitário de Al Kadimiya. (Fonte: fontes universitárias iraquianas à CEOSI, 24 de dezembro de 2006).

Adnan Mohamed Saleh Al-Aabid: Professor da Faculdade de Direito da Universidade Al-Nahrein. Foi encontrado morto em 31 de janeiro de 2007 após haver sido seqüestrado quando regressava a sua casa no dia 28 de janeiro junto com os professores Abdul Mutaleb Abdulrazak Al-Hashimi e Aamer Kasem Al-Kaisy e um aluno, todos seus cadáveres foram encontrados no Instituto Anatômico-Forense da capital. (Fontes: fontes universitárias iraquianas à CEOSI e al-Quds al-Arabi em 1° de fevereiro de 2007).

Abdul Mutaleb Abdulrazak Al-Hashimii: Professor da Faculdade de Direito da Universidade Al-Nahrein. Foi achado morto em 31 de janeiro de 2007 depois de haver sido seqüestrado quando regressava a sua casa no dia 28 de janeiro junto com os professores Adnan Mohamed Saleh Al-Aabid e Aamer Kasem Al-Kaisy e um aluno, todos seus cadáveres foram encontrados no Instituto Anatômico-Forense da capital. (Frentes: fontes universitárias iraquianas à CEOSI e al-Quds al-Arabi em 1° de fevereiro de 2007).

Aamer Kasim Al-Kaisy: Professor da Faculdade de Direito da Universidade Al-Nahrein. Encontrado morto em 31 de janeiro de 2007 depois de haver sido seqüestrado quando regressava a sua casa no dia 28 de janeiro junto com os professores Abdul Mutaleb Abdulrazak Al-Hashimi e Adnan Mohamed Saleh Al-Aabid, e um aluno, todos seus cadáveres foram encontrados no Instituto Anatômico-Forense da capital. (Fontes: fontes universitárias iraquianas à CEOSI e al-Quds al-Arabi em 1° de fevereiro de 2007).

Jalid Al-Naieb: Professor de Microbiologia e Vice-decano da Faculdade de Estudos Superiores de Medicina da Universidade de Al-Nahrein. Assassinado em 30 de março de 2007 na porta da Faculdade. El Dr. Al-Naieb havia recebido ameaças de morte por parte da milícia do clérigo as-Sáder, O Exército de Mahdi, pelo que se transferiu para trabalhar em Irbil. Durante uma ida a Bagdá para visitar sua família (o Dr. Al-Naieb havia sido pai recentemente) foi assassinado à entrada da Faculdade, aonde havia ido para recolher alguns documentos. (Fonte: fontes universitárias iraquianas à CEOSI, 4 de abril, 2007. Segundo carta da Associação de Catedráticos e Professores Universitários do Iraque de 7 de abril, 2007, o professor Al-Naib teria sido seqüestrado no dia 28 de março de 2007 e seu cadáver recuperado no Instituto Anatômico Forense no dia seguinte. pdf).

Sami Sitrak: Catedrático de Inglês e Decano da Faculdade de Direito da Universidade de Al-Nahrein. O professor Sitrak havia assumido o cargo após a demissão do Decano anterior depois de uma tentativa de assassinato e da morte de três professores da Faculdade. Foi assassinado em 29 de março de 2007. (Fonte: Associação de Catedráticos e Professores Universitários do Iraque, 7 de abril, 2007. pdf).

Thair Ahmed Jebr: Professor do Departamento de Física da Faculdade de Ciências da Universidade Al-Nahrein. Morto no atentado contra a cadeia de televisão via satélite al-Baghdadiya perpetrado em Bagdá no dial 5 de abril de 2007. (Fonte: Associação de Catedráticos e Professores Universitários do Iraque, 7 de abril, 2007 pdf).

Iyad Hamza: Secretario Acadêmico do Reitor da Universidade de al-Nahrein e professor de Química. Assassinado em Bagdá nas proximidades de seu domicilio em 4 de maio de 2008. (Fonte: fontes universitárias iraquianas à CEOSI de 5 de maio de 2008).

Yamal Abu Muhie: Professor da Faculdade de Medicina da Universidade al-Nahrein de Bagdá. Assassinado no dia 22 de novembro de 2009 em sua casa no bairro de Adamiya, na capital iraquiana. [Fonte: Al Sharquia TV, 22 de novembro de 2009.]

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Universidade Islâmica (situada no bairro de Adamiya de Bagdá)

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Haizem Al Azawi: Professor da Universidade Islâmica de Bagdá (Departamento desconhecido). De 35 anos de idade e casado, foi assassinado em 13 de fevereiro de 2006 por homens armados quando regressava da Universidade para sua casa, situada no bairro de Habibiya. (Fonte: Asia Times, 3 de março, 2006).

Saadi Ahmad Zidaan Al Fahdawi: Doutor em Ciências Islâmicas e professor da Faculdade de Ciências Islâmicas da Universidade. Foi assassinado em 26 de março de 2006.

Abdel Aziz Al Yazem: Professor de Teologia Islâmica da Faculdade de Estudos Islâmicos. (Fonte: Informe da Associação de Professores Universitários do Iraque, Bagdá, março de 2006).

Saad Jasim Mohamed: Professor da Universidade Islâmica (Departamento desconhecido). Assassinado em 11 de maio de 2007 junto com seu irmão Mohamed Jassim Mohamed no distrito de al-Mansur, em Bagdá, por homens armados, identificados pela Associação de Mulás Muçulmanos como membros de um esquadrão da morte. (Fontes: Nota oficial da Associação de Mulás Muçulmanos do dia 12 de maio e fontes universitárias iraquianas à CEOSI de 13 de maio de 2007).

Qais Sabah Al-Jabouri (também citado como Kais Sabah Al-Jebory): Catedrático da Universidade Islâmica. Foi assassinado em 7 de junho de 2007 por um grupo de homens armados, os quais abriram fogo desde um veículo quando o professor deixava a universidade junto com seus colegas Alaa Jalel Essa e Saad Jalifa Al-Ani, resultando ainda morto o primeiro deles e ferido gravemente o segundo. (Fontes: http://www.iraqslogger.com/ , Nota oficial da Associação de Mulás Muçulmanos do dia 7 de junho e fontes universitárias iraquianas à CEOSI, 9 de junho de 2007).

Alaa Jalel Essa: Catedrático da Universidade Islâmica. Assassinado em 7 de junho de 2007 por um grupo de homens armados, os quais abriram fogo desde um veículo quando deixava a universidade junto com os professores Qais Sabah Al-Jabouri e Saad Jalifa Al-Ani, resultando ainda morto o primeiro deles e ferido gravemente o segundo. (Fontes: http://www.iraqslogger.com/ Nota oficial da Associação de Mulás Muçulmanos do dia 7 de junho e fontes universitárias iraquianas à CEOSI, 9 de junho de 2007).

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Ministério da Educação Superior de Bagdá

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(Relação de professores assassinados após o seqüestro maciço do dia 13 de novembro de 2006)*

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Abdul Salam Suaidan Al Mashhadani: Professor de Ciências Políticas. No momento de sua morte desempenhava o cargo de Diretor da Secção de Bolsas de Estudo do Ministério da Educação Superior.

Seqüestrado no dia 13 de novembro de 2006 no ataque ao Ministério da Educação Superior em Bagdá, seu corpo foi encontrado com sinais de torturas e mutilações no dia 24 de novembro de 2006. (Fonte: fontes universitárias iraquianas à CEOSI, 26 de novembro de 2006).

Abdul Hamid Al Hadizi: Professor (especialidade desconhecida). Seqüestrado no dia 13 de novembro de 2006 no ataque ao Ministério da Educação Superior em Bagdá, foi encontrado morto com sinais de tortura e mutilações no dia 24 de novembro de 2006. (Fonte: fontes universitárias iraquianas à CEOSI, 26 de novembro de 2006).

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* Segundo informa o Ministério da Educação Superior, das 150 pessoas seqüestradas no dia 13 de novembro por um grupo armado nas dependências do ministério, a metade delas seguem ainda desaparecidas. Segundo o Ministério, desde o inicio da ocupação 185 professores de universidades foram detidos. (Fonte: AFP, 29 de janeiro, 2007).

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Thamer Kamel Mohamed: Diretor do Departamento de Direitos Humanos do Ministério da Educação Superior e professor universitário. O Dr. Kamel Mohamed foi assassinado em 22 de fevereiro de 2010 por um grupo de homens munidos de armas com silenciadores na rua Al-Qanat, situada na zona norte da capital, quando se dirigia ao trabalho em seu veículo. [Fonte:fontes universitárias iraquianas à CEOSI de 23 de fevereiro de 2010 e Reuters:http://www.alertnet.org/thenews/newsdesk/ALS221461.htm .]

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Universidade de Al-Mansour (privada)

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Amal Maamlaji: profesora de Tecnología da Informação da Universidade de Al-Mansour de Bagdad. Nascida em Kárbala e ativista dos direitos humanos no campo da mulher, foi assassinada em 2004 a tiros em uma emboscada quando conduzia seu automóvel (no veículo foram encontradas 160 balas), segundo informa seu marido Athir Haddad em uma entrevista telefônica a France24. [Fonte: France24, 4 de julho de 2008. Link: http://www.france24.com/en/20080510-iraqs-deadly-brain-drain-iraq.]

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Institutos Universitários de Bagdá

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Izi Al Deen Al Raui: Reitor do Instituto Árabe Universitário de Petróleo, Ministério do Petróleo. Seqüestrado e encontrado morto em 20 de novembro de 2006. (Fonte: fontes universitárias iraquianas à CEOSI, 26 de novembro, 2006).

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BABILONIA
Universidade de Hilla

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Jalid M. Al Janabi: Doutor em Historia Islâmica, professor da Escola Universitária de Humanidades da Universidade de Hilla.

Mohsin Sulaiman Al Ajeely: Doutor em Agronomia, professor da Faculdade de Agronomia da Universidade da Babilônia (24/12/2005).

Fleih Al Gharbawi: Professor da Faculdade de Medicina. Assassinado em Hila (capital da província da Babilônia, a 100 quilômetros ao sul de Bagdá) em 20 de novembro de 2006 por homens armados. (Fonte: fontes iraquianas à CEOSI em 20 de novembro de 2006).

Ali Al Grari (o Garar): Catedrático (departamento e faculdade desconhecidos). Assassinado em 20 de novembro de 2006 por disparos de homens armados desde um veículo na auto-estrada entre Hilla e Bagdá. (Fonte: fontes policiais iraquianas citadas por Reuters no dia 20 de novembro de 2006, veja em www.alertnet.org).

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AT-TAMIM
Universidade de Kirkuk

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Ahmed Izaldin Yahya: Professor da Faculdade de Engenharia da Universidade de Kirkuk. Morto na explosão de um carro-bomba nas proximidades de seu domicilio em Kirkuk no dia 16 de fevereiro de 2007. (Fonte: fontes universitárias iraquianas à CEOSI em 17 de fevereiro de 2007).

Husein Qader Omar: Professor e Decano da Faculdade de Ciências da Educação da Universidade de Kirkuk. Assassinado em 20 de novembro de 2006 por disparos efetuados desde um veículo que se posicionou ao lado do automóvel conduzido pelo professor Omar no centro da cidade. No mesmo atentado, um colega que lhe acompanhava resultou ferido. (Fonte: frentes universitárias iraquianas à CEOSI, 21 de novembro de 2006, e fontes policiais iraquianas citadas por Reuters no dia 20 de novembro de 2006, veja em www.alertnet.org).

Sabri Abdul Jabar Mohammad: Professor da Faculdade de Ciências da Educação da Universidade de At-Tamim, em Kirkuk. Encontrado morto no dia 1° de novembro de 2007 em uma rua de Kirkuk após haver sido seqüestrado no dia anterior por um grupo de homens não identificados. (Fonte: fontes universitárias iraquianas para o Tribunal BRussells e à CEOSI, 2 de novembro de 2007).

Abdel Sattar Tahir Sharif: Professor da Universidade de Kirkuk (Departamento desconhecido). Abdel Sattar Tahir Sharif, de 75 anos de idade, foi assassinado no dia 5 de março de 2008 por disparos de homens armados no distrito de Shoraw, a 10 quilômetros ao noroeste de Kirkuk (Fonte: Aswat al-Iraq/Voices of Iraq: de 5 de março de 2008).

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NÍNIVE
Universidade de Mosul

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Abdel Yabar Al Naimi: Decano da Faculdade de Humanidades da Universidade de Mosul.

Abdul Yabar Mustafa: Doutor em Ciências Políticas, Decano da Faculdade de Ciências Políticas da Universidade de Mosul.

Abdul Aziz El-Atrachi: Doutor em Proteção de Plantas na Faculdade de Agrônomos e Florestais da Universidade de Mosul.

Eman Abd-Almonaom Yunis: Doutora em Tradução, professora da Faculdade de Humanidades da Universidade de Mosul.

Jalid Faisal Hamid Al Shijo: Doutor e professor da Faculdade de Educação Física da Universidade de Mosul.

Leila Abdu Allah Al Saad: Doutora em Direito, Decana da Faculdade de Direito da Universidade de Mosul.

Mahfud Al Kazzaz: Doutor e professor da Universidade Mosul. Assassinado em 20 de novembro de 2004.

Mohamed Yunis Thanun: Licenciado em Ciências. Professor da Faculdade de Educação Física da Universidade de Mosul.

Munir Al Jiero: Doutor em Direito e professor da Faculdade de Direito da Universidade de Mosul. Esposo da Doutora Leila Abdu Allah al-Saad, também assassinada.

Muwafek Yahya Hamdun: Vice-decano e professor da Faculdade de Agronomia da Universidade de Mosul. (Fonte: al-Hayat, 28 de fevereiro de 2006).

Omar Miran: Licenciado em Direito pela Universidade Bagdá (1946). Doutor em Historia pela Universidade de Paris (1952) e catedrático de Historia da Universidade de Mosul especializado em Historia dos Povos do Oriente Médio. Assassinado junto com sua mulher e seus três filhos por disparos de desconhecidos em fevereiro de 2006.
Naif Sultan Saleh: Professor do Instituto Técnico da Universidade de Mosul. (Fonte: Informe da Associação de Professores Universitários do Iraque, Bagdá, março de 2006).

Natek Sabri Hasán: Diretor do Departamento de Mecanização Agrônoma da Faculdade de Agronomia, Universidade de Mosul. (Fonte: Informe da Associação de Professores Universitários do Iraque, Bagdá, março de 2006).

Noel Petros Shammas Matti: Professor da Faculdade de Medicina da Universidade de Mosul. Casado e pai de duas filhas, foi seqüestrado e posteriormente encontrado morto em 4 de agosto de 2006.

Noel Butrus S. Mathew: Doutor. Catedrático do Instituto da Saúde da Universidade de Mosul.

Ahmad Hamid Al Tai: Catedrático e Diretor do Departamento de Medicina da Faculdade de Medicina da Universidade de Mosul. Assassinado em 20 de novembro de 2006 por homens armados que interceptaram seu veículo quando regressava a sua casa. (Fonte: fontes iraquianas à CEOSI em 20 de novembro de 2006).

Kamel Abdul Husein: Vice-decano e professor da Faculdade de Direito da Universidade de Mosul. Assassinado em 11 de janeiro de 2007. (Fonte: fontes universitariasn iraquianas à CEOSI, 23 de janeiro de 2007).

Talal Younis: Catedrático e Decano da Faculdade de Ciências Políticas da Universidade de Mosul. Assassinado na manhã de 16 de abril de 2007 na entrada principal da Faculdade. Com apenas meia hora de diferença, nesse mesmo dia foi assassinado também Jaafer Hassan Sadeq, catedrático do Departamento de Historia da Faculdade de Letras dessa mesma Universidade, que foi abatido em seu domicilio. (Fontes: fontes universitárias iraquianas à CEOSI e http://www.almosul.org/000_Mosul_Observer.htm]

Jaafer Hassan Sadeq: Catedrático do Departamento de Historia da Faculdade de Letras da Universidade de Mosul. Assassinado na manhã ddl 16 de abril de 2007 em seu domicilio no distrito de al-Kafaaat, ao noroeste de Mosul. Com apenas meia hora de diferencia, nesse mesmo dia foi também assassinado Talal Younis, Decano da Faculdade de Ciências Políticas da mesma universidade, morto a tiros na entrada principal da Faculdade.

(Fontes: fontes universitárias iraquianas à CEOSI e http://www.almosul.org/000_Mosul_Observer.htm )
Ismail Taleb Ahmed: Professor da Faculdade de Magistério da Universidade de Mosul. Assassinado no dia 2 de maio de 2007 quando ia de seu domicilio à Faculdade. (Fonte: http://www.almosul.org/000_Mosul_Observer.htm, 2 de maio de 2007).

Nidal Al-Asadi: Catedrático do Departamento de Computação da Faculdade de Ciências da Universidade de Mosul. Morto instantaneamente por disparos de homens armados no distrito al-Muhandiseen, segundo fontes policiais de Mosul. (Fontes: INA, 2 de maio de 2007, e fontes iraquianas para o Tribunal BRussells, 3 de maio de 2007).

Abdul Kader Ali Abdullah: Professor do Departamento de Árabe da Faculdade de Ciências da Educação da Universidade de Mosul. Encontrado morto em 26 (ou 25) de agosto de 2007 após haver sido seqüestrado durante os cinco dias anteriores por um grupo de homens armados não identificados. (Fonte: fontes universitárias para o Tribunal BRussells e à CEOSI, 26 e 27 de agosto de 2007 respectivamente).

Desconhecido: Professor da Universidade de Mosul morto na explosão de dois carros-bomba estacionados nas proximidades do campus desta Universidade no dia 1° de outubro de 2007, atentados nos quais resultaram feridas outras seis pessoas, entre elas, quatro estudantes. (Fonte: KUNA, 1° de outubro de 2007).

Aziz Suleimán: Professor do Departamento de Contabilidade da Faculdade de Sociologia de Mosul. Assassinado em Mosul em 22 de janeiro de 2008. (Fonte: fontes iraquianas universitárias à CEOSI, 24 janeiro de 2008).

Jalil Ibrahim Ahmed al-Naimi: Diretor do Departamento de ‘Sharia’ (Lei islâmica) da Universidade de Mosul. Al-Naimi foi assassinado por disparos de homens armados quando voltava do trabalho para sua casa em Mosul em 30 de janeiro de 2008. (Fonte: fontes universitárias iraquianas à CEOSI e Tribunal BRussells, http://heyetnet.org/en e al-Quds al-Arabi, 31 de janeiro de 2008).

Faris Younis: professor da Faculdade de Agricultura da Universidade de Mosul. O Dr. Younis morreu assassinado em 2 de junho de 2008 pela explosão de uma bomba colocada em seu carro. Diversas fontes denunciaram a detenção de dezenas de professores e estudantes universitários de Mosul por parte de paramilitares da Organização Badr (milícia do Conselho Supremo Islâmico do Iraque e peshmerga curdos durante a ocupação da cidade por forças iraquianas e estadunidenses no final de maio. [Fonte: fontes universitárias iraquianas à CEOSI de 3 de junho de 2008.

Walid Saad Allah Al-Mouli: professor da Universidade de Mosul (Departamento desconhecido). Walid S. A. Al-Mouli foi abatido a tiros em 15 de junho de 2008 por um grupo de homens armados enquanto se dirigia ao trabalho na universidade vindo de seu domicilio no bairro de Al-Habdaa, em Mosul, cidade situada a 405 quilômetros ao norte de Bagdá. Dois de seus filhos foram também feridos com extrema gravidade no atentado, segundo informaram fontes policiais iraquianas. Além disso, dois estudantes desta mesma Universidade de Mosul resultaram mortos no dia 16 de junho no próprio campus quando ls forças de segurança iraquianas tentavam detê-los. [Fonte: Aswat al-Iraq / Voices of Iraq de 16 de junho de 2008: http://www.iraqupdates.com/p_articles.php?refid=DH-S-16-06-2008&article=32454 y

http://www.iraqupdates.com/p_articles.php?refid=DH-S-17-06-2008&article=32528.]
Ahmed Murad Shehab: professor da Faculdade de Admistração e Economia da Universidad de Mosul. Ahmed Murad Shehab foi assasinado em março (data desconhecida) no distrito de al-Nur da cidade de Mosul. [Fonte: http://www.presstv.ir/ de 21 de abril de 2009.]

Identidade desconhecida: Profesora de Direito da Universidade de Mosul. Em 21 de abril um grupo de homens armados assassina em frente a sua casa no distrito al-Intissar de Mosul a uma professora de Direito da Universidade desta cidade. A polícia iraquiana se negou a dar a identidade da vítima. [Fonte: http://www.presstv.ir/ de 21 de abril de 2009.]

Identidade desconhecida: Professor da Universidade de Mosul. Eml 24 de mayo um grupo de homens armados emboscaram e mataram a tiros um professor da Universidade de Mosul próximo de seu domicilio, no distrito de al-Andalus desta cidade. A identidade do docente assassinado não foi revelada. [Fonte: http://www.nytimes.com/ , The New York Time , 24 de maio de 2009.]

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AL-QADISIYAH
Universidade de Diwaniya

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Hakim Malik Al Zayadi: Doutor em Filologia Árabe, professor de Literatura Árabe na Universidade de Al Qadisyia (24/07/2005, nascido em Diwaniya, foi assassinado em Latifiya quando viajava desde Bagdá).

Mayed Husein: Médico docente da Faculdade de Medicina, Universidade de Diwaniya. (Fonte: Informe da Associação de Professores Universitários do Iraque, Bagdá, março de 2006).

Salih Abed Hassoun: Decano da Faculdade de Direito da Universidade de Al-Qadisiyah. Salih Abed Hassoun foi assassinado a tiros por um grupo de homens armados no dia 7 de julho de 2008 quando conduzia seu veículo pelo centro de Bagdá. [Fonte: http://www.mcclatchydc.com/212/story/43415.html de 8 de julho de 2008.]

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BASORA
Universidade de Basora

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Abdel Al Munim Abdel Mayad: Licenciado e professor da Universidade de Basora.

Abdel Gani Assaadun: Licenciado e professor da Universidade de Basora.

Abdul Alah Al Fadhil: Doutor, professor e Vice-decano da Faculdade de Medicina da Universidade de Basora.

Abdul-Huseín Nasir Jalaf: Doutor em Agronomia, professor do Centro de Investigações sobre Palmeiras Datileras da Faculdade de Agronomia da Universidade de Basora.

Alaa Daoud: Doutor em Ciências, professor e Diretor Científico da Universidade de Basora (20/07/2005). (Igualmente aparece como professor de Historia).

Ali Galib Abd Ali: Licenciado em Ciências, ajudante de cátedra na Escola de Engenharia da Universidade de Basora.
Asaad Salem (ou Salam) Shrieda
: Doutor em Engenharia, professor e Decano da Escola de Engenharia da Universidade de Basora.

Faysal Al Assadi: Doutor em Agronomia, professor na faculdade de Agronomia, Universidade de Basora.

Gassab Jabber Attar: Licenciado em Ciências, professor da Escola de Engenharia da Universidade de Basora.


Haidar Al Baaj
: Doutor em Cirurgia, Diretor do Hospital Universitário da Universidade de Basora.

Haidar Taher: Doutor e professor na Faculdade de Medicina da Universidade de Basora.


Huseín Yasín
: Doutor em Física, professor da Faculdade de Ciências da Universidade de Basora (18/02/2004, assassinado em seu domicilio na frente de sua família).

Jaled Shrieda: Doutor em Engenharia, Decano da Escola de Engenharia da Universidade de Basora.
Jamhour Al Zargani
: Doutor em Historia, Diretor do Departamento de Historia da Faculdade de Educação da Universidade de Basora (19/08/2005).

Kadim Mashut Awad: Professor associado do Departamento de Solos da Faculdade de Agricultura (12/2005).
Karim Hassani:
Doutor e professor da faculdade de Medicina da Universidade de Basora.
Kefaia Huseín Saleh
: Doutor em Filologia Inglesa, professor da Faculdade de Ciências da Educação, Universidade de Basora.

Mohamed Al Hakim: Doutor em Farmácia, professor e Decano da Faculdade de Farmácia da Universidade de Basora.
Mohamed Yassem Badr
: Doutor, professor e Reitor da Universidade de Basora.

Omar Fakhri: Doutor e professor de Biologia da Faculdade de Ciências da Universidade de Basora.

Saad Alrubaiee: Doutor e professor de Biologia da Faculdade de Ciências da Universidade de Basora.

Yaddab Al Hajjam: Doutor em Ciências da Educação e professor da Faculdade de Ciências da Educação, Universidade de Basora.

Zanubia Abdel Husein: Doutora em Veterinária, professora da Faculdade de Veterinária da Universidade de Basora.
Jalil Ibrahim Almachari
: Professor da Universidade de Basora (Departamento desconhecido). Assassinado em 20 de março de 2006 após criticar em uma conferencia pública a situação que vive Iraque. (Fonte em árabe: www.alkader.net/mars/abbas_060321.htm)
Abdullah Hamed Al Fadel
: Doutor em Medicina, professor de Cirurgia e Vice-decano da Faculdade de Medicina da Universidade de Basora. Morto em janeiro de 2006. (Fonte: fontes universidades iraquianas).

Fuad Al-Daján: Doutor em Medicina, professor de Ginecologia da Faculdade de Medicina da Universidade de Basora. Morto no começo de março de 2006. (Fonte: fontes universidades iraquianas).

Saad Al-Shahín: Doutor em Medicina, professor de Medicina Interna da Faculdade de Medicina da Universidade de Basora. Morto no inicio de março de 2006. (Fonte: fontes universidades iraquianas).

Jamhur Karim Jamas: professor da Faculdade de Letras, Universidade de Basora. (Fonte: Informe da Associação de Professores Universitários do Iraque, Bagdá, março de 2006).

Karim Mohsen: Doutor e professor do Departamento de Apicultura da Faculdade de Agronomia, Universidade de Basora. Assassinado em 10 de abril de 2006. Trabalhava no campo da produção de mel de abelhas. Docentes e estudantes da Faculdade convocam uma manifestação em protesto por seu assassinato. (Fonte: al-Basrah.net, 11 de abril, 2006).

Waled Kamel: Professor da Faculdade de Letras da Universidade de Basora. Assassinado em 8 de maio de 2006. Outros dois professores foram feridos no ataque, um deles gravemente (Fonte: al-Quds al-Arabi: 9 de maio, 2006].

Ahmad Abdul Kader Abdullah: Professor da Faculdade de Ciências, Universidade de Basora. Seu corpo foi encontrado em 9 de junho de 2006. (Fonte: fontes universitárias iraquianas á CEOSI, 10 de junho, 2006).
Kasem Yusuf Yakub
: Diretor do Departamento de Engenharia Mecânica, Universidade de Basora. Assassinado em 13 de junho de 2006 à saída da universidade. (Fontes: fontes universitárias iraquianas à CEOSI em 14 de junho de 2006 e al-Quds al-Arabi de 16 de junho, 2006]

Ahmad Abdul Wadir Abdullah: Catedrático da Faculdade de Química da Universidade de Basora. Assassinado em 10 de junho. (Fonte: Informe da UNAMI, 1° de maio a 30 de junho, 2006]

Kathum Mashhout: Professor de Edafologia da Faculdade de Agricultura da Universidade de Basora. Assassinado em Basora em dezembro de 2006 (dia desconhecido). (Fonte: fontes iraquianas à CEOSI, 12 de dezembro, 2006).

Mohamed Aziz Alwan: Professor de Desenho Artístico da Faculdade de Belas Artes da Universidade de Basora. Assassinado por homens armados no dia 26 de maio de 2007 enquanto caminhava por uma rua da cidade. (Fonte: Fontes universitárias iraquianas à CEOSI de 1° de junho de 2007).

Firas Abdul Zahra: Professor da Faculdade de Educação Física da Universidade de Basora. Assassinado por homens armados em sua casa em 18 de julho de 2007, resultando também ferida sua esposa. (Fonte: fontes universitárias para o Tribunal BRussells, 26 de agosto de 2007).

Muayad Ahmad Jalaf: Professor da Faculdade de Letras da Universidade de Basora. Seqüestrado no dia 10 de setembro de 2007 por um grupo de homens armados que se utilizaram d três automóveis, um deles com placa oficial, e encontrado morto em um subúrbio desta cidade no dia seguinte. (Fonte: fontes universitárias iraquianas para o Tribunal BRussells, 12 de setembro de 2007).

Jaled Naser Al-Miyahi: Professor de Medicina de Neurocirurgia da Universidade de Basora. Assassinado em março em data desconhecida, seu cadáver apareceu no dia seguinte ao do seqüestro por um grupo de homens armados em una rua de Basora, sem que tenha havido tentativa de negociar seu resgate, segundo informa em um comunicado o Centro de Direitos Humanos de Bagdá. (Fonte: Al-Basrah (http://www.albasrah.net/) de 12 de março de 2008).

Youssef Salman: professor de Engenharia da universidade de Basora. Assassinado a tiros em 2006 quando regressa a sua casa acompanhado de outros três professores, que saíram ilesos do ataque, segundo informa su viúva Ibtissem Yakoub em uma entrevista telefônica a France24. [Fonte: France24, 4 de julho de 2008. Source: http://www.france24.com/en/20080510-iraqs-deadly-brain-drain-iraq.]

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Institutos Superiores de Basora

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Mohamed Kasem: Doutor em Engenharia, professor do Instituto Técnico de Basora.

Sabah Hachim Yaber: Professor do Instituto Técnico de Basora.

Salah Abdelaziz Hashim: Doutor e professor de Belas Artes do Instituto Técnico de Basora, Universidade de Basora. Seqüestrado na terça-feira 4 abril e encontrado morto por impactos de bala no dia seguinte. Segundo outra fonte, a morte d professor Hashim teria ocorrido durante disparos efetuados por homens armados do interior de um veículo, ataque em que teria resultado feridos vários estudantes. (Fontes: fonte universitária do Iraque à CEOSI em 6 de abril, az-Zaman, 6 de abril, al-Quds al-Arabi, 7 de abril, 2006).

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TIKRIT
Universidade de Tikrit

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Basem Al Mudares: Doutor em Ciências Químicas e professor da Faculdade de Ciências, da Universidade de Tikrit. Seu corpo mutilado foi abandonado na cidade de Samarra em 21 de julho de 2004.

Fathal Mosa Hussine: Doutor e Catedrático da Faculdade de Educação Física da Universidade de Tikrit.

Mahmud Ibrahim Huseín: Doutor em Ciências Biológicas e professor da Faculdade de Ciências da Educação da Universidade de Tikrit.

Madloul Albazi: Universidade de Tikrit. Departamento e Faculdade desconhecidos. (Fonte: Informe da Associação de Professores Universitários do Iraque, Bagdá, março de 2006).

Mojbil Achaij Issa Al Jaburi: Professor de Direito Internacional da Faculdade de Direito, Universidade de Tikrit. (Fonte: Informe da Associação de Professores Universitários do Iraque, Bagdá, março de 2006).

Damin Husein Al Abidi: Professor de Direito Internacional da Faculdade de Direito, Universidade de Tikrit. (Fonte: Informe da Associação de Professores Universitários do Iraque, Bagdá, março de 2006).

Harit Abdel Yabar As Samrai: doutorando da Faculdade de Engenharia, Universidade de Tikrit. (Fonte: Informe da Associação de Professores Universitários do Iraque, Bagdá, março de 2006).

Farhan Mahmud: Professor da Faculdade de Teologia da Universidade de Tikrit. Desaparecido após ser seqüestrado no dia 24 de novembro de 2006. (Fonte: fontes universitárias iraquianas à CEOSI, 26 de novembro, 2006).

Mustafa Khudhr Qasim: Catedrático da Universidade Tikrit (Departamento desconhecido). Seu corpo decapitado foi deixado em al-Mulawatha, ao leste da cidade de Mosul, no dia 21 de novembro de 2007.

Fontes: Al-Mosul Observer de 22 de novembro de 2007: http://www.almosul.org/ , e fontes universitárias iraquianas para o Tribunal BRussells e à CEOSI, 22 e 25 de novembro de 2007 respectivamente).

Taha Abdul Razak Al Ani: Doutor e professor de Estudos Islâmicos da Universidade de Tikrit. O cadáver de Razak Al Ani foi deixado em 15 de maio de 2008 em um veículo abandonado em uma auto-estrada próxima do subúrbio de al-Adel da capital junto com o do xeique Mahmud Talb Latif Al Jumaily, membro da Comissão de Cientistas Muçulmanos. [Fonte: fontes universitárias iraquianas à CEOSI de 18 de maio de 2008 a partir de informações da mídia iraquiana.]

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DIYALA
Universidade de Baquba

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Taleb Ibrahim Al Daher: Doutor em Ciências Físicas, Catedrático e Decano da Faculdade de Ciências da Universidade de Diyala (21/12/2004).

Lez Mecchan: Assassinado em 19 de abril de 2006 junto com sua esposa Mis e outro colega. Departamento desconhecido, Universidade de Baquba. (Fontes: DPC e EFE, 19 de abril, 2006).

Mis (sobrenomes desconhecidos]: Professora e esposa do professor Lez Mecchan, ambos assassinados junto com um colega em 19 de abril de 2006. Departamento desconhecido, Universidade de Baquba. (Fontes: DPC e EFE, 19 de abril, 2006).

Salam Ali Husein: Departamento desconhecido, Universidade de Baquba. Assassinado em 19 de abril de 2006 junto com dois outros colegas (Fontes: DPC e EFE, 19 de abril, 2006).

Meshhin Hardan Madhlom Al-Dulaimy: Catedrático, Departamento desconhecido, Universidade de Baquba, assassinado no final de abril segundo informa o ministério da Educação Superior iraquiano. (Fonte: fonte universitária no Iraque à CEOSI de 10 de maio, 2006).

Abdul Salam Ali Al-Mehdawi: Catedrático, Departamento desconhecido, Universidade de Baquba, assassinado no final de abril segundo informa o ministério da Educação Superior iraquiano. (Fonte: fonte universitária no Iraque à CEOSI de 10 de maio, 2006).

Mais Ganem Mahmud: Professora, Departamento desconhecido, Universidade de Baquba, assassinada no final de abril segundo informa o ministério da Educação Superior iraquiano. (Fonte: fonte universitária no Iraq à CEOSI de 10 de maio, 2006).

Satar Jabar Akool: Professor, Departamento desconhecido, Universidade de Baquba, assassinado no fim de abril segundo informa o ministério da Educação Superior iraquiano. (Fonte: fonte universitária no Iraque à CEOSI em 10 de maio, 2006).

Mohamed Abdual Redah Al Tamemmi: Diretor do Departamento de Língua Árabe da Faculdade de Educação da Universidade de Baquba. Assassinado em 19 de agosto de 2006 junto com outro professor, o catedrático do mesmo Departamento Kreem Slman Al Hamed Al Sadey, de 70 anos de idade; um terceiro professor do mesmo Departamento consegue salvar sua vida no ataque de um grupo de quatro homens armados. (Anteriormente registrado como: "Mohamed al-Tamimi: Cargo desconhecido, Universidade de Baquba. Assassinado em agosto. Sua morte e a de outro professor dá origem a um protesto de estudantes e docentes da Universidade (Fonte: World Socialist Web Site de 12 de setembro, 2006, citando pelo diário iraquiano az-Zamán]") (Fonte: frentes universitárias iraquianas à CEOSI, 25 de dezembro de 2006).

Karim al-Saadi: Cargo desconhecido, Universidade de Baquba. Assassinado em agosto. Sua morte e a de outro professor dão origem a um protesto de estudantes e docentes da Universidade (Fonte: World Socialist Web Site de 12 de setembro, 2006, citando pelo diário iraquiano az-Zamán]

Kreem Slman Al Hamed Al Sadey: Catedrático dl Departamento de Língua Árabe da Faculdade de Educação da Universidade de Baquba, de 70 anos de idade. Assassinado em 19 de agosto de 2006 junto com Mohamed Abdual Redah Al Tamemmi, Diretor do mencionado Departamento; um terceiro professor do mesmo Departamento consegue salvar sua vida no ataque de um grupo de quatro homens armados. (Fonte: fontes universitárias iraquianas à CEOSI, 25 de dezembro de 2006).

Hasan Ahmad: Professor da Faculdade de Magistério da Universidade de Baquba. Assassinado em 8 de dezembro de 2006. (Fonte: fontes universitárias iraquianas à CEOSI, dezembro de 2006).

Ahmed Mehawish Hasan: Professor do Departamento de Árabe da Faculdade de Educação da Universidade de Baquba. Assassinado em dezembro (data não determinada). (Fonte: fontes universitárias iraquianas à CEOSI, 25 de dezembro de 2006).

Walhan Hamid Fares Al-Rubai: Decano da Faculdade de Educação Física da Universidade de Diyala. Hamid Al-Rubai foi assassinado por disparos de um grupo de homens armados em seu escritório em 1° de fevereiro de 2007; segundo uma fonte, seu filho resultou igualmente morto. (Fonte: Reuters e Islamomeno, 1° e 3 de fevereiro, respectivamente, e fontes universitárias iraquianas à CEOSI, 2 de fevereiro de 2007).

Abdul Ghabur Al-Qasi: Professor de Historia da Universidade de Diyala, em Baquba. Seu corpo foi encontrado pela polícia no dia 10 de abril de 2007 no rio Diyala, que atravessa a cidade, junto com outros 31 cadáveres de pessoas seqüestradas. (Fonte: az-Zamán, 11 de abril, 2007).

Jamal Mustafa: Catedrático e Diretor do Departamento de Historia da Faculdade de Ciências da Educação da Universidade de Diyala (Baquba). Seqüestrado em seu domicilio da cidade de Baquba em 29 de outubro de 2007 por um grupo de homens armados que se deslocavam em três veículos. (Fonte: fontes universitárias iraquianas para o Tribunal BRussells, 30 de outubro de 2007).

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AL-ANBAR
Universidade de Ramadi

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Abdel Karim Mejlef Saleh: Doutor em Filologia, professor da Faculdade de Ciências da Educação da Universidade de Al Anbar.

Abdel Mayid Hamed Al Karboli: Professor da Universidade de Ramada (dezembro 2005).

Ahmad Abdl Hadi Al-Rawi: Doutor em Biologia, Catedrático da Escola de Agronomia da Universidade de Al Anbar.

Ahmad Abdul Alrahman Hameid Al-Jhbissy: Doutor em Medicina, Catedrático da Faculdade de Medicina da Universidade de Al Anbar.

Ahmed Abbas Al Weis: Professor da Universidade de Ramadi. Em 25 de agosto de 2009 um grupo de homens armados, vestidos com uniformes militares, asassinam o professor Ahmed Abbas Al-Weis nas proximidades de sua casa, no distrito de Al Zeidan. [Fonte:http://www.khaleejtimes.com/DisplayArticleNew.asp?col=&section=

middleeast&xfile=data/middleeast/2009/August/middleeast_August616.xml , Khaleej Times Online, 25 de agosto de 2009.]

Ahmed Saadi Zaidan: Doutor em Ciências da Educação, Universidade de Ramadi (fevereiro de 2005).

Hamed Faisal Antar: Professor da Faculdade de Direito (12/2005).

Naser Abdel Karem Mejlef Al Dulaimi: Departamento de Física, Faculdade de Magistério (12/2005).

Raad Ojssin Al Binow: Doutor em Cirurgia, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de Al Anbar.

Shakir Mahmmoud Jasim: Doutor em Agronomia, professor da Escola de Agronomia da Universidade de Al Anbar.

Nabil Hujazi: Professor da Faculdade de Medicina da Universidade de Ramadi, al-Anbar. Assassinado em junho de 2006. (Fonte: fontes universitárias iraquianas à CEOSI, 20 de junho de 2006 e confirmado pelo ministério iraquiano de Educação Superior).

Nasar Al Fahdawi: Professor da Universidade de Ramadi (Departamento e Faculdade desconhecidos). Assassinado em 16 de janeiro de 2006. (Fonte: fontes universitárias iraquianas à CEOSI, dezembro de 2006).
Jalid Jubair Al-Dulaimi: Professor da Faculdade de Engenharia (Departamento desconhecido) da Universidade de Ramadi. Assassinado em 27 de abril de 2007. (Fonte: fontes iraquianas para o Tribunal BRussells, 3 de maio de 2007).

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Universidade de Faluya

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Saad al-Mashhadani: Professor da Universidade de Faluya (Faculdade desconhecida). Al-Mashhadani resultou gravemente ferido no dia 26 de dezembro de 2009 em Faluya em um ataque de um grupo de homens armados quando que resultou morto seu irmão. Se trata do primeiro caso registrado de tentativa de assassinato de um docente da Universidade de Faluya, cidade situada na província de al-Anbar. [Fonte: The Washington Post, 27 de dezembro de 2009 http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2009/ 12/26/AR2009122601493.html?wpisrc=newsletter .]

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NAYAF
Universidade de Kufa

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Jawla Mohamed Taqi Zwain: Doutora em Medicina. Professora da Faculdade de Medicina da Universidade de Kufa.
Shahlaa Al-Nasrawi: Professora da Faculdade de Direito da Universidade de Kufa. Assassinada em 22 de agosto por membros de uma milícia religiosa. (Fonte: fontes universitárias à CEOSI, 27 de agosto de 2007).

Adel Abdul Hadi: Catedrático de Filosofia da Faculdade de Letras da Universidade de Kufa (Nayaf). Assassinado por um grupo de homens armados no dia 28 de outubro de 2007 quando regressava a seu domicilio vindo da Universidade. (Fonte: fontes universitárias iraquianas para ol Tribunal BRussells, 30 de outubro de 2007).

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KARBALA
Universidade de Kárbala

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Kasem Mohamed Ad Dayni: Professor do Departamento de Psicologia da Faculdade de Pedagogia da Universidade de Kárbala. Assassinado em 17 de Abril de 2006. (Fonte: www.albadeeliraq.com]

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UNIVERSIDADE A DISTANCIA

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Kareem Ahmed Al-Timmi: Diretor do Departamento de Língua Árabe da Faculdade de Educação da Universidade a Distancia. Assassinado no día 22 de fevereiro de 2007 em Bagdá.

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COMISSÃO DE EDUCAÇÃO TÉCNICA

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(Instancia docente integrada ao ministério de Educação Superior. Tem seus escritórios centrais no bairro de al-Mansur em Bagdá e dela dependem cerda de vinte institutos técnicos espalhados pela capital e províncias do centro e sul do país)

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Aamir Ibrahim Hamza: Licenciado em Engenharia Eletrônica e professor do Instituto Técnico.

Mohamed Abd Al Huseín Wahed: Doutor em Turismo e professor do Instituto de Administração.

Mohamed Saleh Mahdi: Licenciado em Ciências e professor do Centro de Investigações do Câncer. Assassinado em novembro de 2005.

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CARGOS INSTITUCIONAIS

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Emad Sarsam: Doutor em Cirurgia e membro do Conselho Árabe de Medicina.

Faiz Ghani Aziz: Doutor em Agronomia e Diretor Geral da Companhia de óleo Vegetal Iraquiana. Assassinado em setembro de 2003.

Isam Said Abd Al Halim: Assessor geológico do Ministério da Construção.

Kamal Al Jarrah: Licenciado em Filologia Inglesa, investigador, escritor e Diretor Geral do Ministério de Educação.

Raad Abdul-Latif Al Saadi: Doutor em Língua Árabe e assessor ministerial de Educação Superior e Investigação Científica do Ministério da Educação.

Shakier Al Jafayi: Doutor em Administração e Diretor do Departamento de Normatização e Controle de Qualidade do Conselho do Iraque.

Wajeeh Mahjub: Doutor em Educação Física e Diretor Geral de Educação Física do Ministério da Educação.

Wissam Al Hashimi: Doutor em Geologia Petrolífera, Presidente do Sindicato Árabe de Geólogos e especialista do Ministério Iraquiano do Petróleo para as reservas no Iraque.

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UNIVERSIDADE DESCONHECIDA

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Amir Mizhir Al Dayni: Catedrático de Telecomunicações.

Jaled Ibrahim Said: Doutor em Física.

Mohamed Al Adramli: Doutor em Ciências Químicas.

Mohamed Munim Al Izmerly: Doutor em Ciências Químicas. Morto em conseqüência das torturas a que foi submetido durante sua detenção levada a cabo por forças estadunidenses. Seu cadáver foi enviado ao necrotério de Bagdá e a causa da morte foi inicialmente registrada como "hemorragia cerebral".

Nafi Aboud: Catedrático de Literatura Árabe.

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OUTROS CASOS

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Jalil Al-Zahawi (ou Khalil Al-Zahawi): Nascido em 1946, o mais reputados calígrafo do Iraque e um dos mais importantes do mundo arabo-mussulmano, professor desta forma de expressão artística em vários países árabes durante a década dos anos 90. Assassinado no distrito de Novo Bagdá da capital em 19 de maio de 2007 por um grupo de homens armados. Enterrado em Diyala, de onde era oriundo. [Fonte: BBC News, 22 de maio de 2007. Veja-se sua biografia em: http://en.wikipedia.org/wiki/Khalil_al-Zahawi .]

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Notas:

1. Veja en inglês: List of Iraqi academics assassinated in Iraq during the US-led occupation Academics assassinated: 295

2. Veja em IraqSolidaridad: Dirk Adriaensens: Profesores iraquíes en zona de muerte: La necesidad de una investigación internacional independiente - Al menos 224 sanitarios han sido asesinados desde el inicio de la ocupación

3. CEOSI (Campanha Estatal contra a Ocupação e pela Soberania do Iraque (N.T.)

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Original em IraqSolidariedad

Tradução: Rosalvo Maciel

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