Além do Cidadão Kane
sábado, 24 de maio de 2014
PAÍS ELIMINA POBREZA EXTREMA
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Marcadores: Brasil, Dilma, Direitos Humanos, distribuição de renda, fome, segurança alimentar
sábado, 22 de junho de 2013
Oito dicas pra não pagar mico em tempos de manifestações
Sidney Braga
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Marcadores: Brasil
terça-feira, 18 de junho de 2013
A QUEM INTERESSA A BADERNA?
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Marcadores: Brasil
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
Guarani-kaiowá: a tragédia anunciada
Confinados em reservas como a de Dourados, os guarano-kaiowá encontram-se em situação de catástrofe humanitária: além da desnutrição infantil e do alcoolismo, os índices de homicídio são maiores que em zonas em guerra, como o Iraque. Comparado à média brasileira, o índice de homicídios da reserva de Dourados é 495% maior. Os índices de suicídio estão entre os mais altos do mundo: enquanto a média do Brasil é de 5,7 por 100 mil habitantes, nessa comunidade indígena supera os 100 por 100 mil habitantes.
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Marcadores: Brasil, Direitos Humanos, solidariedade
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
TREMEI ASSASSINOS!
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Marcadores: América Latina, assassinato, Brasil, Direitos Humanos, Golpe de 64, Guerrilha do Araguaia, PCdoB, repressão, terrorismo de Estado
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
Brasil ultrapassa o Reino Unido e se torna a sexta maior economia do mundo, dizem jornais
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Marcadores: Brasil
sábado, 3 de setembro de 2011
FHC foi facinho
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Marcadores: Brasil
quinta-feira, 23 de junho de 2011
Lula é premiado pela ONU pela luta contra a fome
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terça-feira, 21 de junho de 2011
Política assistencial avança para se tornar direito
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quarta-feira, 1 de junho de 2011
Por que a mídia não informa que Dinho militava no PCdoB?
A morte anunciada do líder camponês Adelino Ramos, o Dinho, mereceu ampla cobertura nos meios de comunicação, incluindo veículos das Organizações Globo. Todavia, nossa mídia de referência, controlada por uma meia dúzia de famílias abastadas, não se dignou a informar que Dinho, sobrevivente do massacre de Corumbiara, era um destacado militante do PCdoB em Rondônia, conforme noticiou este Vermelho.
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Marcadores: Brasil, Comunismo, Direitos Humanos, Herois do Povo, História, PCdoB, questão agrária, Rede Globo, trabalhadores
sexta-feira, 20 de maio de 2011
A proibição da Marcha da Maconha e liberdade de expressão
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Marcadores: "Democratas", Brasil
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Azaleia: Demissão em Parobé e contratação na Índia
Original em Vermelho
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Marcadores: Brasil, capitalismo, desemprego, trabalhadores
sábado, 12 de fevereiro de 2011
Aos crimes da ditadura, tolerância zero
Izaías Almada
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Marcadores: Brasil, Direitos Humanos, Golpe de 64, História, repressão, terrorismo de Estado
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Fred Vargas denuncia fraude no processo que condenou Cesare Battisti na Itália
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Marcadores: Brasil, Direitos Humanos
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Soltura imediata de Battisti: prisão sem objeto
Correio Caros Amigos
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Marcadores: Brasil, Direitos Humanos
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
EUA tentaram impedir programa brasileiro de foguetes, revela WikiLeaks
Colaboração de Alexandre Nunes de Araújo por email
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Marcadores: Brasil, Estados Unidos, Imperialismo, prepotência
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
A pedagogia do grande irmão platinado
Elaine Tavares
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Marcadores: Brasil, mídia, Rede Globo
BIG BROTHER BRASIL
Autor: Antonio Barreto,
Cordelista natural de Santa Bárbara-BA, residente em Salvador.
Colaboração: Alexandre Nunes de Araújo, por e-mail
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Marcadores: Brasil, mídia, Rede Globo
domingo, 14 de novembro de 2010
"UM FEROZ PRECONCEITO CONTRA A CIDADANIA DOS MISERÁVEIS"
Ocorre hoje um grande descompasso entre classes em movimento e as que mantêm o status quo; e, em consequência de uma realidade anterior, onde a concentração de renda pessoal se refletia em forte concentração da renda federativa, há também um descompasso entre regiões em movimento, tiradas da miséria junto com a massa de beneficiados pelo Bolsa Família ou por outros programas sociais com efeito de distribuição de renda, e outras que pretendem manter a hegemonia. A redução da desigualdade tem trazido à tona os piores preconceitos das classes médias tradicionais e das elites do país não apenas em relação às pessoas que ascendem da mais baixa escala da pirâmide social, mas preconceitos que transbordam para as regiões que, tradicionalmente miseráveis, hoje crescem a taxas chinesas.
A onda de preconceito contra os nordestinos, por exemplo, é semelhante ao preconceito em estado puro jogado pelos setores tradicionais no presidente Luiz Inácio Lula da Silva e na própria eleita, Dilma Rousseff, durante a campanha eleitoral. É a expressão do temor de que os "de baixo", embora ainda em condições inferiores às das classes tradicionais, possam ameaçar uma estabilidade que não apenas é econômica, mas que no imaginário social é também de poder e status.
São Paulo foi a expressão mais acabada da polarização eleitoral entre pobres de um lado, e classe média e ricos de outro. Os primeiros aderiram a Dilma; os últimos, mesmo uma parcela de classe média paulista que foi PT na origem, reforçaram José Serra (PSDB). A partir de agora, pode também polarizar a mudança política que fatalmente será descortinada, à medida que avança o processo de distribuição regional de renda e de aumento do poder aquisitivo das classes mais pobres. A hegemonia política paulista está em questão desde as eleições de 2006 - e Lula foi poupado do desgaste de ter origem política em São Paulo porque era também destinatário do preconceito de ter nascido no Nordeste; e, principalmente, porque foi o responsável pela desconcentração regional de renda.
Com a expansão do eleitorado petista no Norte e no Nordeste do país, houve uma natural perda de força dos petistas paulistas, diante do PT nacional. Do ponto de vista regional, o voto está procedendo a mudanças na formação histórica do PT, em que São Paulo era o centro do poder político do partido. Isso não apenas pelo que ganha no Nordeste, mas pelo que não ganha em São Paulo: o partido estadual tem dificuldade de romper o bloqueio tucano e também de atrair de novos quadros, que possam vencer a resistência do eleitorado paulista ao petismo.
No caso do PSDB, todavia, a quebra da hegemonia paulista será mais complicada. Os tucanos continuam fortes no Estado, têm representação expressiva na bancada federal e há cinco eleições vencem a disputa pelo governo do Estado. No resto no do país, têm perdido espaço. Parte do PSDB concorda com o diagnóstico de que a excessiva paulistização do partido, se consolida seu poder no Estado mais rico da Federação, tem sido um dos responsáveis pelo seu encolhimento no resto do Brasil. Mas é difícil colocar essa disputa interna no nível da racionalidade, até porque o partido nacional não pode abrir mão do trunfo de estar estabelecido em território paulista; e, de outro lado, o partido de Serra tem uma grande dificuldade de debate interno - como disse o governador Alberto Goldman em entrevista ao Valor, é um partido com cabeça e sem corpo, isto é, tem mais caciques do que base. Não há experiência anterior de agregação de todos os setores do partido para discutir uma "refundação" e diretrizes que permitam sair do enclave paulista. Não há experiência de debate programático. E aí o presidente Fernando Henrique Cardoso tem toda razão: o PSDB assumiu substância ideológica apenas ao longo de seu governo. É essa a história do PSDB. A política de abertura do país à globalização, a privatização de estatais e a redução do Estado foram princípios que se incorporaram ao partido conforme foram sendo assumidos como políticas de Estado pelo governo tucano.
Todos os partidos, sem exceção, estão diante de um quadro de profundas mudanças no país e terão que se adaptar a isso. Fora a mobilidade social e regional que ocorreu no período, houve nas últimas décadas um grande avanço de escolaridade. A isso, os programas de transferência de renda agregaram consciência de direitos de cidadania. O país é outro. Não se ganha mais eleição com preconceito - até porque o voto do alvo do preconceito tem o mesmo valor que o voto da velha elite. Se os grandes partidos não se assumirem ideologicamente, outros, menores, tomarão o seu espaço.
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Marcadores: Brasil, capitalismo, distribuição de renda, Imperialismo
