Para a sua primeira reeleição e com o cinismo de um sofista, Uribe iludiu milhões de eleitores com a história de que através da sua política de Segurança Nacional a derrota da guerrilha estava ao virar da esquina e até lhe pôs um prazo: 18 meses, depois dos quais a Colômbia seria uma Arcádia de Paz.
Além do Cidadão Kane
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
As FARC dirigem-se aos colombianos pela Paz
Para a sua primeira reeleição e com o cinismo de um sofista, Uribe iludiu milhões de eleitores com a história de que através da sua política de Segurança Nacional a derrota da guerrilha estava ao virar da esquina e até lhe pôs um prazo: 18 meses, depois dos quais a Colômbia seria uma Arcádia de Paz.
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domingo, 6 de setembro de 2009
Por que chove em SP: o megaprotesto de 15 pessoas contra Chávez
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Resistência em Honduras realizará sua primeira assembléia nacional
A Frente Nacional contra o golpe de Estado analisará hoje em sua primeira assembléia nacional estratégias para fortalecer a luta pela recuperação da ordem constitucional. Juan Barahona, coordenador geral da Frente, explicou à Prensa Latina que delegações da resistência dos 18 departamentos do país participarão da assembléia, ao se cumprir neste domingo 71 dias de resistência antigolpista.
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«Zelaya afrontou interesses muito poderosos»
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sábado, 5 de setembro de 2009
A República será o túmulo do fascismo
Uma ministra italiana faz a saudação fascista em um ato oficial. Vinte famílias fogem de suas casas em Belfast e se refugiam em uma Igreja após sofrer ataques racistas. Um estabelecimento de Mallorca ostenta o cartaz de “NÃO SE PERMITE A ENTRADA DE CACHORROS E CIGANOS”. A polícia agride selvagemente a um imigrante no aeroporto de Barajas. Patrulhas fascistas ocupam as ruas da Itália. Não são anedotas nem fatos isolados, mas a ponta de um Iceberg que está a ponto de chocar-se contra uma velha Europa que se parece cada vez mais à de um século atrás. Durante os últimos anos a incubação do monstro tem passado quase despercebida para algumas sociedades que, quase sem dar-se conta têm assumido comportamentos e formas de pensar que faz poucos anos só eram coisa de fascistas anacrônicos e Skinheads.
Se estamos frente ao que muitos estão prognosticando como o fim do capitalismo, não esperemos que o sistema agonizante tente evitar o auge do fascismo, ao contrario, vai necessitar de forças de choque para deter aos trabalhadores e trabalhadoras. E é já sobre os escombros do capitalismo onde se começa a vislumbrar uma nova grande batalha que decidirá o rumo de Europa.
A particularidade política, econômica e social da Espanha fará com que essa batalha coincida com uma mudança de regime. A corrupção institucional e política da Espanha, unida à decadente Monarquia e à grave crise econômica nos levará a uma situação inédita. Por um lado, o governo do PSOE cairá em 2012 - se não antes -, vítima de suas próprias contradições, incapacidades e covardias. O cada vez mais reacionário Partido Popular ascenderá ao poder impulsionado por seus nove milhões de incondicionais nacional-catolicistas, impassíveis ante a corrupção, a estupidez e a demagogia, e as organizações políticas e sindicais de esquerda correrão o risco de entrar em uma decomposição dificilmente reversível (se é que já não estão). Só há que olhar com desconfiança a Itália, que sempre tem sido a ante-sala do que passaria na Espanha.
Será possivelmente nessa situação que dentro de poucos anos nos encontremos no rumo de uma mudança de regime na Espanha. A questão republicana será tirada da gaveta pelos poderes fáticos, posta em cima da mesa, e se iniciará um processo político e uma batalha ideológica - que também se refletirá nas ruas na forma de múltiplos conflitos -, e que desembocará na Terceira República Espanhola. Mas, que República? Uma República solidaria ou uma República ultraconservadora? Essa será a batalha. Uma batalha na que deveremos conseguir, não só que nossas organizações políticas e sindicais sirvam de caminho para a transformação social (hoje não estão sendo), mas levar essa transformação às milhares de pessoas que hoje depreciam a política devido a profunda degeneração desta, e levar também a os milhões de pessoas procedentes de outros países, sem documentos, sem direitos, sem nada, na construção de uma nova sociedade mais justa, mais livre, mais solidaria, mais fraterna e que aniquile para sempre à reação e ao fascismo.
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Honduras : Missão Internacional denuncia violações de direitos humanos no país
De acordo com comunicado da Missão, o Decreto "estabelece a restrição dos direitos às liberdades: pessoal, de associação, de reunião, de livre trânsito", assim como "permite às detenções arbitrárias e à incomunicação por mais de vinte e quatro horas". Tal Decreto, para a Missão Internacional, é ilegítimo, pois não se enquadra em nenhum pressuposto previsto pela Constituição hondurenha.
"Dado o rompimento da ordem constitucional e a situação de fato que se vive em Honduras, este Decreto resulta ilegal. Ademais, seu fim é absolutamente ilegítimo, irracional e contrário aos princípios de uma sociedade democrática, pois seu objetivo é outorgar ao governo de fato os meios ‘legais’ para calar qualquer expressão e impedir reuniões ou manifestações contrárias a seus interesses", explica.
Desse modo, para a Missão, o Decreto funciona somente para controlar e repreender a população hondurenha e entidades e organizações contrárias ao golpe. Além disso, denuncia que, desde o início da aplicação do Decreto, mais de mil pessoas foram detidas em todo o território nacional "por violar o toque de recolher".
Na semana passada, a Missão Internacional também divulgou um relatório preliminar em que constata as graves violações aos direitos humanos vividas em Honduras. De acordo com informações da Telesul, até o momento, o relatório registrou 1.275 detenções vinculadas ao toque de recolher e a manifestações contrárias ao golpe de Estado. Além disso, também revela a detenção de estrangeiros, principalmente os de origem guatemalteca.
"Entre as vulnerações de direitos fundamentais denunciados ante a Missão, encontram-se um importante número de execuções extrajudiciais, centenas de detenções arbitrárias, múltiplas ameaças, cerceamento da liberdade de expressão e informação, assim como restrições indevidas à liberdade de circulação, molduradas todas elas em um contexto de clara perseguição política que afeta especialmente a dirigentes políticos e sindicais, defensores de direitos humanos, jornalistas e cidadãos (as) estrangeiros (as)", apresenta.
O relatório preliminar da Missão também denuncia os assassinatos de pelo menos seis pessoas, entre manifestantes, jornalistas e sindicalistas. Todos foram mortos durante os protestos, o toque de recolher, ou na saída dos locais de trabalho.
Outra arbitrariedade cometida pelo governo de fato hondurenho aconteceu na última sexta-feira (24), quando equipes de defensores e defensoras de direitos humanos e jornalistas foram impedidas de levar água e alimentos para centenas de manifestantes que estavam em El Paraíso, na fronteira com Nicarágua. Segundo informações da Telesul, a ajuda humanitária levaria os mantimentos aos manifestantes que passaram fome e sede durante quatro dias.
As doações impedidas de serem entregues estão na sede do Cofadeh (Comitê de Familiares de Detidos e Desaparecidos em Honduras) e incluem água, alimentos e roupas. A situação é complexa no local devido ao toque de recolher imposto pelos militares.
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Entrevista com o dirigente haitiano Henry Boisrolin
Que notícias há nos meios de comunicação sobre o Haiti e do seu povo mártir? Onde estão o respeito pelos Direitos Humanos e a pela soberania dos países? Que crimes têm praticado as tropas ocupantes agora comandadas pelo exército brasileiro? Quem julga os crimes delito comum dos soldados ocupantes?Carlos Aznárez*
Há um país na América Latina, que não só foi o primeiro a libertar-se, como também ajudou que outras nações subjugadas pelos espanhóis acelerassem o caminho para a sua emancipação. Trata-se do mais esquecido e deplorado dos lugares do nosso continente: Haiti. É precisamente lá que se está desenvolvendo uma importante escalada de resistência popular, não só contra o mau governo de René Preval, mas também contra aqueles que afirmam estar em terra haitiana para colaborar com a sua população. Referimo-nos às tropas das Nações Unidas (MINUSTAH).
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Governo dos EUA recruta jovens venezuelanos contra Cháves
Assim denunciou a escritora e advogada estadunidense-venezuelana Eva Golinger, em uma nota enviada a vários meios de comunicação, entre eles teleSUR, na qual asseverou que os oito jovens venezuelanos foram selecionados pelo Departamento de Estado como parte do programa denominado A Democracia para os jovens líderes políticos.
Este programa é parte do projeto de intercambio Líderes Visitantes Internacionais - Venezuela que é utilizado pelo Governo estadunidense para estreitar os vínculos entre a juventude republicana desse país e setores juvenis da direita venezuelana.
Acrescentou que a visita aos Estados Unidos na qual os jovens venezuelanos estiveram acompanhados por representantes do Departamento de Estado, era de três semanas, isto é, entre 17 de agosto e 4 de setembro.
Segundo Golinger, os jovens da direita venezuelana visitaram diferentes cidades estadunidenses para realizar reuniões com grupos e instituições políticas desse país, alem de meios de comunicação e agencias de Washington que promovem a "democracia".
A intelectual expressou que o programa Líderes Visitantes Internacionais do Departamento de Estado foi criado como parte de uma iniciativa de propaganda estadunidense, com o objetivo de recrutar porta-vozes e atores políticos internacionais dispostos a promover a agenda imperial.
Afirmou que durante o programa, os participantes assistiram a cursos de formação conduzidos por representantes políticos dos Estados Unidos em democracia representativa, liberdade de imprensa e fortalecimento de partidos políticos e liderança, entre outros temas.
"Esta viajem em particular ocorre durante um momento em que a direita internacional, junto com Washington, está executando uma campanha suja contra o governo venezuelano e a revolução bolivariana, com ênfase na figura do presidente Chávez. Nesse contexto, os jovens venezuelanos, pagos e acompanhados pelo Departamento de Estado durante sua visita, deram declarações à imprensa estadunidense, atacando, denunciando e tentando desacreditar o presidente Chávez e as políticas do governo venezuelano", comentou Golinger.
Indicou que um dos estudantes venezuelanos, Gabriel Alejandro Gallo Garrido, diretor e coordenador do Parlamento Nacional Estudantil do Distrito Capital, declarou à imprensa dos Estados Unidos que "nós (na Venezuela) não sabemos como funciona uma democracia. O modelo socialista do presidente Hugo Chávez é uma piada e ele (Chávez) mente quando diz que garante o atendimento médico e a saúde para todos os cidadãos. Os médicos cubanos não são especialistas e só dão atendimento preventivo".
Também disse que José Ignacio Cayetaño Guédez Yépez, vice-presidente do partido Um Novo Tempo no estado Lara, declarou à imprensa estadunidense que "os Estados Unidos têm o melhor modelo de democracia no mundo, pelo menos têm um sistema, na Venezuela, para alguém como eu que se opõe a Chávez, não temos nada…"
A visita dos jovens venezuelanos apoiados pelo Departamento de Estado vem justamente quando a oposição venezuelana está tentando promover novamente a desestabilização no país com a intenção de atrair a atenção internacional.
Tem realizado vários protestos violentos contra a recém aprovada Lei Orgânica da Educação e uma marcha com o título "Não mais Chávez" que busca incitar ao ódio, à violência, à desestabilização e ao magnicídio contra o presidente Chávez.
Em seu texto Golinger considerou de alta preocupação que a estas alturas o Departamento de Estado abertamente está financiando a jovens da oposição venezuelana para ir aos Estados Unidos e falar mal de seu país e seu presidente. De fato, é um ato que transforma estes oito indivíduos em agentes de Washington, executando uma campanha de desestabilização contra o governo venezuelano financiada pelo Departamento de Estado. Os jovens venezuelanos também estão promovendo a marcha Não mais Chávez nos Estados Unidos durante sua visita.
'Este vínculo confirma sem duvida que Washington atualmente está por trás da campanha internacional para satanizar ao presidente Chávez e promover ódio, violência e magnicídio contra ele', manifestou Golinger.
Adicionalmente, confirmou que o Departamento de Estado segue financiando ativamente o movimento estudantil da oposição na Venezuela e ao partido político Um Novo Tempo, por quanto estas duas organizações são os principais promotores da desestabilização no país.
Os oito jovens venezuelanos financiados pelo Departamento de Estado nesta ocasião incluem a Zaimar Yulieth Castillo Carvajal, secretaria de Assuntos Interinstitucionais da Federação de Estudantes de Direito da Venezuela (Fedeve); e Gabriel Alejandro Gallo Garrido, diretor e coordenador do Parlamento Nacional Estudantil pelo Distrito Capital.
Também foram José Ignacio Cayetano Guédez Yépez, vice-presidente de Um Novo Tempo no estado Lara e Ángel de Jesús Paredes Monsalve, membro do Conselho de Estudantes de Ciências Políticas da Universidade dos Andes.
Do mesmo modo, participaram Víctor Martín Pérez Moreno, líder fundador e coordenador do Movimento Estudantil na Universidade de Oriente; Anaís de los Ángeles Plaza Izquierdo, coordenadora de Organização do Movimento Estudantil Nacional de Um Novo Tempo; Danny Alejandro Ramírez Contreras, assessor do Programa Especial de Segurança de San Cristóbal, estado Táchira; e Aimara Tibisay Ribas Palacios, assistente presidente da Federação de Centros de Estudantes da Universidade dos Andes.
Fonte: Telesur
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sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Maciça mobilização em Honduras contra eleições sob regime de fato

Uma maciça multidão marchou nesta quinta-feira pelas ruas de Tegucigalpa, a capital de Honduras, para repudiar a realização de eleições sob um regime de fato.
“Não às eleições” gritavam os manifestantes frente ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), onde realizaram um ato para expressar seu repúdio às eleições sem o restabelecimento do estado de direito e sem o presidente legítimo, Manuel Zelaya, informou a Prensa Latina.
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quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Os operários argentinos da Zanón expulsam definitivamente o patrão
“Depois de 9 anos de combate, os empregados da fábrica “recuperada” Zanón, na Argentina, conseguiram o reconhecimento legal da gestão trabalhista de sua fábrica. Uma vitoria exemplar em plena crise mundial”.
Depois de seis meses de mobilização, os empregados decidem tomar o controle de “sua fábrica”, que tornam a por em funcionamento. No país, centenas de fábricas são “recuperadas” da mesma maneira. Zanón se mantem. Em oito anos, mais de 200 postos de trabalho se criaram, mas a fábrica deve enfrentar regularmente as tentativas de expulsão como a de abril de 2003. Mais de 3000 pessoas, vindas em solidariedade - dos sindicatos, movimentos sociais, universidades da região e de outros lugares- impediram o acesso à fábrica.
Hoje, “a utopia se convertido em realidade graças a nove anos de luta”, explica Pablo, um dos operários da fábrica, ainda que sabendo que outros combates estão à vista. A decisão não resolve tudo. As modalidades de sua aplicação serão igualmente cruciais porque os que se opõem à expropriação não deixarão de utilizá-las para minimizar o alcance do “controle trabalhista”.
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Como transformar o assassino em inocente e a vítima em culpado
A Secretaria de Segurança do Rio Grande do Sul anunciou que manterá em sigilo a identidade do assassino do sem terra Elton Brum da Silva, executado com um tiro de espingarda nas costas, dia 21 de agosto. A estratégia não surpreende quem vem acompanhando a dura perseguição movida pelo Poder Público do RS contra os movimentos sociais, MST entre os mais visados, acentuada em violência, tortura e crueldade desde abril de 2007, quando o Conselho Superior do MP estadual decidiu extinguir aquele Movimento.
Antonio Cechin e Jacques Távora Alfonsin
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Vinte bases militares dos EUA para cercar a Venezuela
Um total de 13 (treze) bases militares estadunidenses, localizadas estrategicamente em países aliados de Washington, cercam atualmente a Venezuela. Com o acordo em matéria de "cooperação e assistência técnica em defesa e segurança", que a Colômbia assinará com os EUA nas próximas semanas e permitirá à tropa estadunidense utilizar sete novas bases militares naquele país, este número será aumentado para 20 (vinte). - as aéreas serão Malambo, no departamento Atlântico; Palanquero, em Cundinamarca e Apiay, no Meta;
- as do exército serão Tolemaida, em Cundinamarca e Larandia, em Caquetá;
- as navais serão as de Cartagena e Baía Málaga, no departamento de Valle del Cauca.
Do mesmo modo, os Estados Unidos têm pretensões a instalar no futuro quatro bases adicionais: uma em Alcântara, no Brasil; outra na zona de Chapare, na Bolívia, uma mais em Tolhin, na província da Terra do Fogo, na Argentina; e a última na zona conhecida como a tríplice fronteira, localizada na fronteira do Brasil, Argentina e Paraguai.
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domingo, 30 de agosto de 2009
Critérios
Dia 20 de Agosto, Álvaro Uribe fez aprovar no Senado uma proposta de referendo para alterar a Constituição que lhe impede o terceiro mandato. No mesmo dia, no cumprimento de buscas domiciliares em casa do senador Alirio Villamizar ordenadas pelo Supremo Tribunal, foram encontradas vultosas quantidades de dinheiro em pesos e em divisas, alegadamente para pagamento de subornos a 37 senadores que votaram favoravelmente a proposta de Uribe. A midia nacional ignorou o assunto. Critério editorial, claro.
Anabela Fino*
No final da semana passada o senado colombiano aprovou uma proposta de referendo com o objetivo de permitir a reeleição de Álvaro Uribe em 2010. A decisão contou com 56 votos a favor e dois contra, num total de 102 senadores, uma vez que os representantes dos partidos Liberal e Pólo Democrático optaram por não comparecer à sessão. O debate ficou marcado por acusações de suborno a senadores que antes se opunham a um terceiro mandato de Uribe.
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Tortura sem punição
Um documento desclassificado pelo Departamento de Justiça norte-americano revelou novos detalhes sobre os crimes cometidos pelos EUA contra detidos suspeitos de terrorismo. A ONU manifesta-se contra a impunidade.
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